sexta-feira, 22 de junho de 2012

Lei dos 8 S



Saúde sine qua non. 
Sentimento sagrado. 
Satisfação sexual. 
Sinergia sempre 
Salário suficiente. 
Sinceridade salvaguardada. 
Solidariedade social. 
Sabedoria sensata.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Carência de Apoio Artísticos-Culturais Para Surdos




     Todas as manifestações artísticas, arte e literatura, entre outros gêneros, são uma forma do indivíduo ou um grupo mostrar a sua criatividade intelectual diante de um campo de ação. Logo essas capacidades estão presentes em todo contexto social, independente de etnia, credo ou outros princípios. Esses movimentos representam a ação criadora que expressam ou transmitem as sensações ou sentimentos que servem, basicamente, para prestar homenagens, entretenimento, celebrações ou até mesmo para contestar fenômenos. Portanto, com os indivíduos surdos não é e não pode ser diferente, visto que eles têm capacidades intelectuais como qualquer outro indivíduo; a sua diferença auditiva não o descaracteriza, em hipótese alguma, como criador e possuidor de ações que os leve a participar de todas as esferas artísticas.
   A riqueza cultural no mundo das artes e literatura faz parte, necessariamente, da história de todos os indivíduos e o sujeito surdo precisa, cada vez mais, estar efetivo nessas atividades e não ser excluído em pé de desigualdade.  Infelizmente não vimos com frequência, diria que são raros, movimentos de gêneros artísticos para os indivíduos surdos; isso é lamentável. Hoje com todo esse aparato tecnológico é possível adequar ferramentas inovadoras para diversos eventos inclusive pra os indivíduos surdos onde eles possam apresentar os seus movimentos artísticos-culturais. O que realmente falta, como incentivo e apoio, é ótima vontade política, cooperação de grandes empresas e iniciativas da população como um todo. O sujeito surdo, não quer a piedade ou ser posto como vítima de uma sociedade onde a maioria das pessoas são oralizadas; ele só quer que o seu direito como cidadão seja respeitado e que ele possa praticar a sua gama de possibilidades. Logo, o que lhes falta é tão somente instrumentos e oportunidades que há muito tem sido negligenciado.
   Atitude em prol desse tema, só sairá do papel quando houver uma conscientização geral que de fato faça acontecer iniciativas que beneficiem igualitariamente a todos, não importando as suas diferenças. A importância dos movimentos artísticos-culturais, para a comunidade lingüística minoritária é de suma importância, assim como que é importante para qualquer pessoa. Todos nós queremos, de certa forma, por diversas razões, estar inseridos; vivenciando acontecimentos, até como forma de auto –afirmação ou auto –realização. Enfim, para os indivíduos surdos, além de outros fatores, representa mais um elemento participativo na sua luta constante pelo seu devido espaço, pela sua identidade e para o seu processo de legitimação.


Fonte: estacio.webaula.com.br (aulas online libras);
Dicionário Aurélio


LIBRAS, Aspectos Relevantes





   Evidentemente existe cultura surda. Ela surge da necessidade, assim como em qualquer organização que busca o seu espaço na sociedade. Logo, a cultura surda, luta ferrenhamente para legitimar a sua identidade própria com um conjunto de hábitos interagentes através da sua língua natural.
   Os aspectos sociolinguísticos e gramaticais das línguas de sinais são heterogêneos.  Segundo Perlin (1998), podemos considerar a possibilidade de múltiplas identidades surdas, ou seja, elas são de fato heterogêneas e apresentam diferentes facetas.
   Existe uma associação entre a língua e a cultura dos povos. Segundo o texto, aqui adaptado, de Maria Helena Mira Mateus, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa-Rio de Janeiro, é normal afirmar que a língua tem identificação com o fator cultural. Mas há alguns questionamentos sob esta afirmação perante a constatação de que uma só língua identifica, frequentemente, culturas distintas. Assim sucede com o Inglês, o Castelhano, o Português ou as línguas faladas pelos Apaches e Navahos, no sudoeste dos Estados Unidos, idênticas às línguas do Atabasca, no norte do Canadá e no Alasca (Titiev, 1963:324). 
Ao analisar diferentes perspectivas sobre as relações entre língua e cultura, a citação do filósofo e linguísta, que longamente discorreu sobre esta questão, Wilhelm Von Humboldt, diz o seguinte, num dos seus mais interessantes escritos, que tem o elucidativo título de "Sobre a origem das formas gramaticais e sobre a sua influência no desenvolvimento das ideias”:
1.          As palavras são como "objetos reais" e as relações gramaticais servem apenas de nexo; mas o discurso só é possível com o concurso de ambas (p. 14). Contudo, o que caracteriza o mérito de uma língua são as suas formas gramaticais, que permitem a representação do pensamento abstrato.
2.         As características da forma possibilitam o reconhecimento da "ação do pensamento", pelo que uma língua nunca alcançará uma excelente constituição gramatical se não tiver o feliz privilégio de ser falada, pelo menos uma vez, por uma nação de inteligência viva ou de pensamento profundo (p. 33). 
Existe, portanto, entre língua e pensamento caracterizador de uma nação (entenda-se também, cultura), uma dialética impulsionadora da elevação do pensamento abstrato, que tem como motor inicial a superioridade da comunidade nacional.
Em resumo, visto que esse mote é muito interessante e lato, a língua materna de cada indivíduo contribui poderosamente para se reconhecer a si próprio e para ser reconhecido pelo outro. É na realidade um fator de identificação cultural, mas no uso, e pelo uso, que dela faz o indivíduo no contexto em que está inserido e não apenas por pertencer a uma das várias comunidades que a utilizam a mesma língua. Como reflexão: “Se a língua é um fator de identificação cultural, como se compreenda que uma língua viva em diferentes culturas?
   A dinâmica é que todo grupo social desenvolva a língua e a cultura paralelamente. Pois o seu desenvolvimento de percepção e de formação de personalidade se construirá, basicamente, entre essas duas vertentes. Dentro dessa proposta, entende-se que o sujeito se constitui numa crescente construção, à medida que interage com as perspectivas culturais que o seu meio ambiente lhe proporciona. No entanto, alguns sujeitos, que pertencem a um grupo social, no caso os surdos, não têm as mesmas prerrogativas. Isso devido a alguns fatores, sobretudo socioeconômico. Logo esses indivíduos ficam restritos de progressivo desenvolvimento que acaba comprometendo a sua própria identidade surda.
   A língua é, evidentemente, fruto da cultura. Mas a cultura também é muito resultado da língua. Visto que ambos se complementam necessariamente.
   Diversas são as línguas de sinais. Cada país tem a sua língua de sinais própria que diferem de outros países. Basicamente são 177 as línguas catalogadas, além dos dialetos; peculiaridades e variantes regionais de cada região. Logo essas línguas são organizadas conforme suas especificidades.
   Numa língua de sinais os gestos e sinais não possuem os mesmos conceitos e sentidos. Pesquisadores como Jordan e Battison, concluíram que uma língua de sinais não é transparentemente inteligível por surdos monolíngues de outra língua de sinais. Um exemplo é o nosso sinal manual para NÃO, numa comparação entre a nossa língua de sinais e a americana, os gestos, possuem semelhança idêntica, mas o seu conceito é diferente. Pra nós o tal gesto caracteriza Não, para os americanos sinalizantes significa ONDE.
   As variações lingüísticas na LIBRAS é causado e feito no meio ambiente social que cada indivíduo surdo está inserido. Nascem daí as suas particularidades, sotaques, gírias e todo um conjunto de hábitos típicos de cada região, conforme toda língua natural qualquer. E além das LIBRAS, com seus dialetos, tem também aqui no Brasil a língua de sinais usada por uma tribo indígena brasileira chamada Urubu Kaapor, situado ao sul do estado do Maranhão. Nessa tribo há um alto índice de surdez, um surdo para cada 75 não surdos. Muitos se tornaram surdos após febre altíssima, perdendo, assim, a habilidade para a língua falada.  


KARNOPP, Lodenir Becker; QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira-Estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004
http://www.scielo.br/scielo. php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302006000100013

sábado, 2 de junho de 2012

Política de Combate a Inflação


      Se me fosse outorgado o poder de tomar decisões de caráter econômico, através de instrumentos que pudesse conter um a situação inflacionária, eu, o quanto antes, estudaria situações análogas que ocorreram no passado, que deram resultados positivos, e tentaria adaptar para as questões conjunturais da atualidade (pois pelo que tenho percebido os problemas econômicos, basicamente, são cíclicos). É lógico que todo esse estudo, ideia, processo, seria compartilhado com o apoio de uma equipe ad hoc que me ajudasse a otimizar um uma resolução de combate a suposta inflação. Mas a princípio, uma das medidas, possivelmente, seria a clássica política monetária restritiva: aumento da taxa de juros, ou seja, diminuição da oferta de moeda e crédito. (no caso, se fosse uma inflação de demanda.) Essa medida, dependendo de outros fatores econômicos, poderia surtir algum efeito estabilizador. Pois inibiria o consumo acelerado diante de um cenário onde não estivesse sendo aproveitado o pleno emprego da utilização dos recursos (ou fatores) de produção disponíveis na economia do país.  Mas o risco de proporcionar alguns conflitos entre tal medida é sempre evidente (visto que tal medida retrai a demanda de bens e serviços).  O lado empresarial, por exemplo, amenizaria os seus investimentos ou mudaria o seu foco, resultando numa diminuição de empreendimentos tangíveis, o que acarretaria desemprego. 
     Junto à política monetária, supracitada, eu deixaria entabulado, para o ano seguinte, por motivo de princípio da anterioridade, uma política fiscal que transcendesse tais medidas que pregam “políticas de rendas”. Enfim, buscaria investir seriamente em impostos progressivos e investimentos substanciais em todos os âmbitos carentes. Tal medida teria efeito promissor, desde que fosse levado a sério por grande parte dos indivíduos e setores, ou seja, se todos agentes envolvidos tivesse equidade, vontade e atitude de mudar.   Faria muito marketing sociocultural no sentido de mostrar que somos capazes de trabalhar em prol de uma nação que acompanha as inovações tecnológicas.  Buscaria implantar uma meta, para que outros pudessem comprar essa idéia e dessem continuidade, pra daqui mais ou menos uns 20/30 anos, a nossa transição de país emergente passasse para a categoria de país desenvolvido. E frisaria que a educação, saúde e a qualidade de vida são um dever de todo cidadão e que omitir isso é prejudicial a todos. Pois se os problemas de um país não são resolvidos, no prazo mais curto possível, o custo que todos pagam, material e psicologicamente, é cada vez maior. Portanto, faria uma política voltada com ênfase em pesquisas e desenvolvimento como um todo. Enfim, quanto mais pessoas querendo um país, de fato, desenvolvido, não tem como acontecer tantos erros primários. (mesmo sabendo que esse desejo é um pouco utópico, vislumbro isso no futuro do nosso país)
      A taxa de câmbio é o preço de uma moeda expressa em outra. A taxa de câmbio se expressa como o número de unidades da moeda nacional (R$) por unidade de moeda estrangeira (geralmente, US$). Por exemplo, se a taxa de câmbio do real frente ao dólar é 1,90, entrega-se R$ 1,90 para se obter US$ 1,00. Uma desvalorização cambial (ou depreciação cambial, ou um aumento do câmbio) significa queda do valor do poder de compra da moeda nacional, dado o valor do poder de compra da moeda estrangeira. Já uma valorização cambial (ou apreciação do câmbio, ou uma queda do câmbio) representa o aumento do valor da moeda nacional, frente ao da moeda estrangeira. Em suma isso, mexe diretamente com as importações e exportações; tanto pode estimular como desestimular as transações internacionais tanto como de comércio como de serviço. Enfim, a taxa de câmbio tem que ter um grau de equilíbrio para que não ocorra prejuízo tanto para quem exporta ou para quem importa produtos. Por isso, o governo está sempre travando uma política cambial para controlar a dita taxa de câmbio.

Fonte: Marco Antônio Sandoval de Vasconcellos. Economia-Micro e Macro. 4ª edição. Atlas/2006 (Livro customizado da Fac. Estácio de Sá)
Estácio. Webaula. Com.br (aulas online da disc. de economia)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Alianças Estratégicas- Fusões e Aquisições


    As alianças estratégicas, fusões de empresas e aquisições de empresas fazem parte de estratégias de crescimento de uma organização que deseja se manter com vigor competitivo no dinâmico mercado global.
·         As alianças estratégicas são parcerias em que duas ou mais empresas realizam um projeto específico ou cooperam em determinada área do negócio, podendo ser temporariamente. As mesmas partilham os custos e, os riscos e os benefícios em explorar e arriscar novas oportunidades de negócios. Essas alianças podem ser joint ventures: acordos conjuntos para fornecimento de longo prazo, acordos de marketing, P&D conjuntos, operações conjuntos, acordos de franquia, licenciamentos e consócios. Importante destacar que essa associação entre empresas podem ser definitiva ou não, mas sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica, difere da sociedade comercial porque se relaciona a um único projeto cuja associação é dissolvida automaticamente após o seu término.
·         As Fusões também envolvem parcerias externas para melhorar a sua posição no mercado. Uma fusão ocorre quando duas ou mais empresas, em geral de portes semelhantes, combinam-se com uma permuta de ações. Na fusão há a aglutinação de patrimônios, o que gera uma nova face empresarial jurídica. Não faz muito tempo, o Pão de Açúcar, que pertence ao grupo do empresário Abílio Diniz estava com um plano de se unir ao grupo francês Carrefour onde virariam a mesma empresa que levaria a indicação de um grande fortalecimento competitivo no mercado que ambos atuam. Sendo assim, a nova empresa, supostamente, se chamaria Novo Pão de Açúcar, seria metade do empresário brasileiro, metade dos franceses. Mas isso, até hoje, não saiu do papel; ficou só no plano das ideias.

·         As aquisições também fazem parte de uma estratégia que tem como escopo proporcionar o crescimento através de diversificação em outras linhas de negócios, por meio de aquisição de outras indústrias de ramos correlatos ao seu negócio principal ou até mesmo de ramos totalmente distintos. As razões para a aquisição de uma empresa influenciam de maneira decisiva a escolha da estratégia de integração adotada pela empresa compradora. Essa estratégia, por sua vez, determinará o grau de mudança tanto na empresa adquirida como na adquirente. Vale destacar, que uma dessas mudanças causa choque cultural o que faz com que essa transação não seja nada simples de administrar.
     Enfim, as devidas operações supracitadas, basicamente, têm uma única razão: crescimento de um modo geral; objetivos referentes à ampliação da competitividade, à diversificação (tanto da linha de produtos quanto de negócios), ao aporte de tecnologia e à verticalização (integração da cadeia de negócios a montante e/ou a jusante), maximização do valor da empresa, por meio de sinergias, economias de escala e/ou transferências de conhecimento; entre outros fatores inovadores.  Por fim, toda organização deseja auferir vantagem competitiva, mas só algumas conseguem essa prerrogativa. E qualquer que seja a estratégia dotada, tudo vai depender das variáveis econômicas, de um ótimo planejamento e gerenciamento administrativo, da estrutura financeira da organização entre outros desafios e forças que se apresentam no mercado global.

pt. wikipedia.org/;
Rocha Fernandes e Berton. Administração Estratégica. Saraiva, 2005;
Estácio. webaula.com

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A Mortalidade Precoce de um Empreendimento/ Abertura de um Empreendimento

     
  


  Os principais causadores da mortalidade precoce dos empreendimentos, no nosso país, segundo o que foi ministrado em aula online da Faculdade Estácio de Sá e através de pesquisas, que aqui compartilho, são devidos a um conjunto de fatores que associados colaboram para um insucesso organizacional. Entre esses fatores, basicamente, estão a falta de experiência; de um conhecimento aprofundado, a falta de capital de giro, carga tributária, além de outras variáveis. Enfim, tudo isso se resume a falhas de um planejamento; um plano de negócios bem definido, onde possa ser muito bem gerenciado através de todas as etapas; desde a etapa de implementação do negócio até a etapa de controle. 
     No papel de um consultor, pra orientar na abertura de um empreendimento, eu estudaria, primeiramente, a sua estrutura interna, observando todos os pró e contras. Em seguida estudaria o ambiente externo, mensurando as ameaças e oportunidades (análise swot). Munidos dessas informações, faria um relatório detalhado das possibilidades estratégicas que culminaria num plano de negócios tal ministrado em meus cursos acadêmicos e em outros estudos e pesquisas sociais referentes à área administrativa como um todo. Enfim, eu usaria todas as minhas ferramentas disponíveis (meus conhecimentos de empreendedor, com periódicas atualizações) e todas as ferramentas que a organização pudesse me oferecer; fazendo uma interface com o que existe de tradicional, nos negócios, e as inovações que apontam para resultados otimizados. Por fim, faria tudo pra que a cultura da organização fosse consolidada na tese de que é sempre possível melhorar; em todos os fatores de produção, principalmente nos recursos humanos que são os bens intangíveis mais valiosos de um empreendimento organizacional.



Fonte: Hitt; Ireland; Hoskisson. Estratégia empresaria. 7ª edição./2007 (livro Customizado Estácio de Sá)
pt. wikipedia.org

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Cadeia de Valor e a Tecnologia nas Organizações


     A cadeia de valor, conceito introduzido por Michael Porter, em 1985, consiste num conjunto de atividades executadas por uma organização, desde a transação com os fornecedores e ciclos de produção e de venda até a fase de distribuição final. Seu objetivo, basicamente, é administrar custos, gerar diferenciais; gerar valor agregado em relação a bens produzidos e serviços ofertados, beneficiando, assim, todos os membros envolvidos (Stakeholders). Mas, no dia a dia, de uma organização, para que a mesma tenha êxito na sua otimização, como um todo, a cadeia de valor deve existir como uma área, ou gerência integrante no organograma da organização, e, seus integrantes precisam contribuir com total apoio através de interações constantes com as demais áreas das empresa. E o mais importante, todo esse processo, para auferir, de fato,  vantagem competitiva  deve ser monitorada periodicamente através de indicadores que apontem evoluções com devidas manutenções , e,  verificações observando  onde cada etapa pode ser ainda melhor aproveitada.  Enfim, a cadeia de valor é, cada vez mais, resultado do desempenho eficiente que uma organização pode administrar em todo o seu complexo sistêmico.
      A tecnologia, com seu conjunto de conhecimentos inovadores, é um fenômeno que surge com muita força e é cada vez mais dinâmico e dinamizador no mundo dos grandes negócios. E isso já é um fato global que vem pra postular que a inovação e o seu contextual conhecimento são os principais elementos que definem a competitividade e o desenvolvimento de nações regiões, setores, empresas a e até indivíduos. Logo, com a crescente competição, entre as organizações, se faz necessário para as grandes empresas, como estratégias de sobrevivência e crescimento, introduzir eficiência de ponta nos processos produtivos através de avanços tecnológicos de informação e comunicações.
     A tecnologia precede a inovação, ou vice versa. Logo, as grandes organizações competitivas já percebem a crescente importância de outros fatores que não só preços na concorrência: a importância primordial de um conjunto de conhecimentos que culminam em tecnologias revolucionárias.
     Portanto, as capacitações das empresas, em termos de produção e uso do conhecimento, têm cada vez mais um papel central na sua competitividade. Desta feita, uma das principais tendências relativas às novas especificidades do processo inovativo podem ser destacada com a significativa aceleração da mudança tecnológica. Tal fato é constantemente ilustrado pelo fato de que o tempo necessário para se lançar novo produtos tem se reduzido, que o processo que leva da produção do conhecimento até a comercialização é mais curto e que os ciclos de vida dos produtos são também menores. O rápido desenvolvimento e uso amplo das tecnologias de informação e comunicação certamente têm jogado um papel fundamental nesta mudança. Enfim, a inovação tecnológica é racionalmente necessária para quem quer crescer ou no mínimo se manter num negócio.
www.milenio.com.br/siqueira/Trab. 284. doc

sábado, 5 de maio de 2012

Fatores Críticos de Sucesso


    Um projeto pode ser considerado importante, de grande valor, e bem sucedido, sob a perspectiva do diferencial competitivo dos fatores críticos de sucesso, quando ele é desenvolvido dentro das expectativas de tempo, custo e qualidade, além de o cliente ter ficado satisfeito e o moral da equipe ter se mantido alto.
     Dá-se o nome de Fatores Críticos de Sucesso (FCS) a uma lista de itens que devem ser observados durante o planejamento e execução de um projeto para que o sucesso possa ser alcançado. S
ão os pontos chave que definem o sucesso ou o fracasso de um objetivo definido por um planejamento de determinada organização.  Quando bem definidos, os fatores críticos de sucesso se tornam um ponto de referência para toda a organização em suas atividades voltadas para a sua missão. Só é possível alcançar um bom alinhamento entre as características do negócio e as capacidades da empresa quando as suas competências centrais correspondem aos fatores críticos de sucesso da indústria. Quando as organizações fazem bem (competências centrais) aquilo que tem de ser bem feito (fatores críticos de sucesso), conseguem ter o êxito desejado. Pelo contrário, se as empresas apenas desempenham bem as tarefas pouco importantes ou não se superiorizam à concorrência nas variáveis realmente decisivas acabam por não ser bem sucedidas.
     Fatores Críticos de Sucesso também são fatores que definem as principais orientações que a gestão deve seguir na implementação de um verdadeiro controle sobre os processos de Gestão da Informação.  Não existe uma unanimidade entre os autores na composição desta lista para projetos de informática, mas os itens abaixo aparecem com muita freqüência:
·         Gerência competente;
·         Equipe competente;
·         Planejamento e controle adequados;
·         Inexistência ou neutralização antecipada de itens de alto risco;
·         Atenção especial às ferramentas gerenciais mais estratégicas.
gerente do projeto, ou equivalente, é o principal responsável pelo projeto. Esta responsabilidade não deve ser repartida com nenhum outro profissional e o gerente do projeto deve ter a competência, habilidade para “tocar” projetos, experiência, treinamento e tempo disponível. Geralmente este item é considerado o mais importante, tendo os restantes o mesmo nível de importância, mas em um patamar inferior.

Uma equipe competente, experiente, treinada e com tempo disponível dará ao gerente do projeto a segurança de que o produto / serviço será desenvolvido dentro dos parâmetros da qualidade e ele não necessitará dedicar muito do seu precioso tempo à gerência do produto e, sim, à gerência do trabalho. Particularmente em grandes projetos, este aspecto é crucial, visto existir aqui uma maior necessidade de o gerente consumir o seu tempo com aspectos de gerência do trabalho (prazos, custos, compras, recebimento de material e problemas relacionados com pessoal).

Um projeto necessita de planos, sem os quais ficará à deriva e, pelo mesmo motivo, deve existir um controle da execução. Parece óbvio, mas muitas empresas do Brasil nunca fizeram um único plano sequer. Além disso, o planejamento deve ser adequado às proporções do projeto. Para o desenvolvimento de um pequeno aplicativo, baseado em uma planilha eletrônica, de duração menor que um mês e envolvendo uma única pessoa executora e um único cliente, certamente um plano ultra simplificado é suficiente. Já o desenvolvimento de um aplicativo complexo, sem similar no mercado, e que envolva diversos clientes necessitará de um planejamento e de um controle bastante sofisticados.

     Não se pode continuar um projeto para o qual não existe a possibilidade de se eliminar um item de alto risco alto risco significa a possibilidade de atrasos e aumento de custos inaceitáveis. Um dos fatores para o sucesso do projeto é a inexistência de itens de alto risco ou, caso existam, que sejam estabelecidas as contramedidas para anulá-los e que isso ocorra em prazos que não comprometam o projeto. Portanto, aqueles itens de alto risco e suas contramedidas exigem uma atenção muito especial.

     Finalmente, projetos diferentes necessitam de estratégias gerenciais diferentes. As estratégias gerenciais são muitas, tais como: “em projetos de alta tecnologia uma consultoria externa é bem-vinda” ou “em projetos nos quais o cliente não sabe explicitar claramente o que deseja, é muito conveniente uma forte interação com o cliente”.
    Enfim, Fatores Críticos de Sucesso são aquelas condições fundamentais que precisam ser satisfeitas para que a instituição tenha sucesso na sua área de atuação. São as condições que a instituição tem que ter para sobreviver. Os fatores são da instituição, mas quem os define na verdade é o mercado.
pt. wikipedia.org/wiki/Fatores_críticos_de_sucesso;
www.hu.ufsc.br/~plano2012/index. php?id=8

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Percepção de Uma Oportunidade


     A percepção de uma oportunidade é certamente marcante na personalidade de um sujeito que tem espírito empreendedor. Pois o empreendedor, com suas atitudes pró-ativas; não se conforma com a zona de conforto. Ele está sempre buscando inovar, seja através de projetos ou planos emergenciais, o seu ambiente organizacional.  Logo, o empreendedor é um visionário que utiliza o seu capital intelectual que pode culminar em valores sociais através da geração de empregos, dinamizando, assim, a economia com inovações, que são inerentes a sua criatividade; que o leva a buscar soluções para melhorar o ambiente das organizações como um todo. Mas não basta ter só boas ideias, criatividade, percepção de uma oportunidade, se faz necessário pra o empreendedor saber administrá-la, ou seja, uma elaboração detalhada, um plano de negócios, de todos os fatores internos e externos, que serão envolvidos, para que ele possa, dependendo da sua situação financeira, vender essa ideia de forma que consiga apoio para a concretização de seu empreendimento.
     Para ser um empreendedor, ás vezes, pode ser uma ocasião acidental. Pois a percepção de uma oportunidade pode se manifestar em qualquer pessoa, mesmo não tendo as características mais típicas de um empreendedor. Visto que uma oportunidade pode aparecer inesperadamente, oriunda de uma necessidade. Isso me faz lembrar de um filme chamado “A Inveja Mata”, com Bem Stiller, Personagem Tim, e Jack Black, como Nick.  Ambos eram grandes amigos, vizinhos e trabalhavam juntos numa empresa.  Nick,  era um sujeito acomodado no emprego, não aspirava muita vontade de evoluir. O personagem de Bem Stiller, ao contrário, era mais dinâmico nas suas iniciativas. Porém certo dia Nick tem uma ideia: um vaporizador de fezes caninas. Então, pede apoio financeiro a Tim para desenvolver a sua invenção, propondo, assim, uma sociedade. Tim não aceita  a idéia do seu amigo como também o ridiculariza. Acontece que Nick vai adiante com a sua invenção e obtém sucesso. Logo , fica milionário. Tim que se  negou a fazer parte do negócio ficou inconformado, com inveja e muita frustração por ter deixado escapar a carona de uma grande oportunidade. Enfim, o filme se desenrola com muita comédia, mas fica aí uma reflexão: todo sujeito, pode ser um empreendedor, dependendo da ocasião, pode ter uma boa ideia e isso pode gerar oportunidades.

Fonte: Estácio. webaula.com.br     

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Vantagem Competitiva

Todos querem auferir vantagem competitiva, 
mas poucos conseguem essa prerrogativa.

Fatores de Produção à Luz do Capitalismo e Socialismo



     Os elementos básicos constitutivos de um sistema econômico, no qual está organizada a nossa sociedade, é evidenciado pelos fatores de produção. Os fatores de produção englobam os recursos humanos que são a mão de obra em si ou o trabalho desempenhado pelos indivíduos que vendem a sua força em troca de um salário; o capital ou capital físico que, aqui nesse caso, são as máquinas e equipamentos que são usadas para efetivar os processos de produção de um bem ou serviço; a terra (terras cultiváveis, florestas, minas e recursos), as reservas naturais e a tecnologia que é uma constante no processo de inovação.  Além desses elementos, o sistema econômico, tem as unidades de produção que são constituídas pelas empresas e; o conjunto de instituições políticas, jurídicas, econômicas e sociais que constitui a base de organização da sociedade. Logo, cada item desses, supracitados, é primordial e se faz necessário para que a atividade econômica se faça atuante no cotidiano das pessoas e no globo dos negócios.
     Na atualidade há dois sistemas econômicos distintos: o capitalismo e o socialismo. O sistema capitalista ou economia de mercado é regido pelas forças de mercado, predominantemente a livre iniciativa e a propriedade privada dos fatores de produção. O sistema capitalista predomina na maioria dos países industrializados ou em fase de industrialização e a sua economia baseia-se na separação de trabalhadores juridicamente livres , que dispões, apenas da força de trabalho vendem em troca de salário, e capitalistas, os quais são proprietários do meio de produção e contratam trabalhadores para produzir mercadorias (bens dirigidos para o mercado) visando a obtenção de lucros.
       Já no sistema socialista, ou economia centralizada, ou ainda economia planificada, as questões fundamentais são por um órgão central de planejamento, predominando a propriedade pública dos fatores de produção, chamadas nessa economia de meios de produção, englobando os bens de capital, terras, prédios, bancos, matéria- primas, etc. O sistema socialista tem suas doutrinas e movimentos políticos voltados para os interesses dos trabalhadores, priorizando eliminar as diferenças entre as classes sociais e planificar a economia, para obter uma distribuição racional e justa da riqueza social. (ao menos essa é a ideia)

     As diferenças, na realidade, dos sistemas econômicos, capitalismo e socialismo, não se apresentam de forma homogênea. Pois observa-se formas contrastante na mesma totalidade social. Assim, no capitalismo mais avançado, persistem formas artesanais de produção pré-capitalista. Da mesma forma, em países socialistas co-existem a propriedade estatal a propriedade cooperativa e a pequena e a pequena ou média propriedade rural particular. Alguns estudiosos defendem a tese que, historicamente, os sistemas econômicos atuais (capitalismo e socialismo) caminham e se aproximam rumo à sociedade industrializada geridas burocraticamente e de forma centralizada. Sendo que no capitalismo o planejamento centralizado decorre da ação do estado e dos monopólios, enquanto o lado socialista se acentua tendência a recorrer a determinado mecanismo próprio de economia de mercado, possibilitando a concorrência entre as empresas de propriedade estatal.
     Em síntese, os países organizam-se segundo esses dois sistemas, ou alguma forma intermediária entre eles.
Acesso em 05 abrís 2012


sábado, 31 de março de 2012

Empreendedorismo: Crescimento Econômico

          Como ministrado em aula e através de outras pesquisas é possível perceber o quanto o empreendedorismo se torna, cada vez mais, como um instrumento essencial para o desenvolvimento econômico; não apenas no que tange o aumento de produção de renda por cada indivíduo, mas na constituição de mudanças na estrutura das relações comerciais e da sociedade como um todo.

     Visto como sendo um fenômeno global, o empreendedorismo está tendo apoio de diversas instituições publicas e privadas através de investimentos em pesquisas e outros incentivos. Nesse seguimento existe uma correspondência entre o empreendedorismo e crescimento. Os resultados disso são evidenciados na forma de inovação, desenvolvimento tecnológico e geração de novos postos de trabalho. Logo a riqueza gerada pelos empreendedores contribui para uma qualidade de vida da população e, não raro, é reinvestida em novos empreendimentos empresariais. O Brasil, como não poderia ser diferente, segue na tendência de investir cada vez mais em empreendimentos. Em 2008, segundo o GEM - Global Entrepreneurship Monitor, com o seu o conjunto de informações, através do Projeto GEM Brasil, nos destacou, pela primeira vez, na série de pesquisas, com a marca de dois empreendedores por oportunidade para cada um por necessidade. Fato esse que deve ser comemorado como o primeiro degrau de uma longa escada de desenvolvimento. Desta feita, o Brasil ainda tem muito a galgar, para poder crescer mais na marca de empreendedores por oportunidade e superar de forma significativa o empreendimento por necessidade.  Pois quanto mais desenvolvido um país for, sua taxa de empreendedorismo por necessidade tende a baixar.
      A estrutura de um planejamento de um projeto começa por três elementos fundamentais: Levantamento de informações que deve englobar todos os envolvidos, inclusive as partes operacionais, para que juntos possa definir com clareza todo o seu significado. Isso, no entanto, deve ser muito bem elaborado e convincente para que se tenha a anuência dos patrocinadores e investidores; definição de prazos, que consiste em estipular o prazo que seria aceitável para que o projeto possa ser concluído e definição de recursos, ou seja, determinar os recursos necessários para a execução do projeto (humanos, equipamentos e financeiros) levando em consideração os perfis profissionais e desembolsos que serão custeados por terceiros. Esses elementos são considerados o principal arcabouço, mas ligado a isso há outros fatores que são primordiais para dar seguimento aos seus planos e sua efetivação. Logo, esses conjuntos de elementos se complementam para que o projeto possa ser concluído e, por fim, entregue ao seu objetivo.
    Há uma diferença entre projeto e empreendimento. O projeto como composição tem início e fim determinado, ou seja, um ciclo de vida. Logo que finalizado é entregue o objeto ao seu destino. Portanto, determinado o projeto, passa ser incorporado a um empreendimento.  O empreendimento por sua vez, tem início determinado, mas, em princípio, o fim é indeterminado. Os seus objetivos mudam durante o seu ciclo de vida, embora parte delas seja cumprida durante sua existência; tem como objetivo tornar-se autossuficiente, recuperando seus investimentos e podendo gerar lucros.
    Vivemos um momento de mudanças e incertezas em todo cenário global devido à instabilidade dos países em crise. Logo isso acaba, de certa forma, afetando a todos. Logo, temos que nos adaptarmos a todas essas crises e inovações que se apresentam no dia a dia. E o empreendedorismo, por sua vez, tem que ter criatividade diante de todas essas ameaças, e, ousadia diante das oportunidades que sempre se apresentam. Um empreendimento que deseja ser efetivo deve ter na sua essência, projetos contínuos, inovadores, conforme a tendência econômica; projetos que o levem para o horizonte do crescimento produtivo e social. Enfim, todo empreendimento efetivo deseja, investe e trabalha objetivando  sua perpetuidade e consequentemente a geração de benefícios e  de lucratividades para todos os seus stakerolders.


HISRICHI: PETERS: SHEPHERD.  Empreendedorismo. 7ª edição. Artmed/2009 (livro Customizado da Fac. Estácio)

terça-feira, 27 de março de 2012

Organizações do Futuro-Focos/ vantagens Competitivas

    Fazer projeções sobre como será as características das organizações futuras não é uma tarefa nada fácil, pois os movimentos que delineiam o mundo transacional são, não raros, contingentes. Mas, a organização, munida de perícia pode e necessariamente precisa pensar a longo prazo. Pois a visão do futuro é a base de todo planejamento estratégico.
     No futuro, as organizações que almejam crescimento ou ao menos se manterem no mercado notavelmente competitivo, tem que fazer análise organizacional, constante, em todo o seu contexto. A super valorização das ferramentas, que uma organização tem a sua disposição são um dos principais itens desse contexto.. Aliás, tem ferramentas que serão sempre de natureza clássica, porém sempre melhoradas através de novos conceitos. Um exemplo disso é os recursos, humanos, esses serão cada vez mais valorizados e treinados, visando se estruturar com a cultura da organização, principalmente no sentido de comprar e vivenciar a ideia de missão, visão e objetivos e outros valores; o cliente, este que espera um bem ou serviço com o melhor valor agregado possível, terá um enfoque eternamente especial; novas tecnologias, uso com eficiência e eficácia por parte dos associados; assim como informação, comunicação, distribuição e outras séries de medidas emergentes.
     Os principais focos a serem observados, pelas organizações, no ambiente externo, para o os seus vislumbres competitivos são múltiplos. Logo dependem de um conjunto de ameaças e oportunidades que se apresentam nesse o ambiente geral. Fatores como pesquisas e desenvolvimentos, essa área terá várias parcerias conjuntas na busca por invenções e reinvenções; exigência de mão de obra qualificada; investimento em conhecimentos, isso será mais salutar do que nunca; as ações econômicas, por parte do estado ou mercado; influencias do mercado externo com a sua globalização; os recursos ativos de cada organização e o seu poder para captar outros créditos e aquisição de novas tecnologias, tecnologias que é uma ferramenta sem precedentes; os políticos legais, esse é um fator que demanda muita sabedoria e tato por parte de um gestor; sustentabilidade, com todos os seus tópicos e conceitos de reciclagem enfim, uma mescla de medidas clássicas com situações novas e tendências que se apresentam no cenário ambiental. A partir daí traçar as estratégias, que são longo prazo, e também ações táticas, que são de curto prazo, para poder participar e auferir vantagens competitivas.
    Há uma frase de Clemente da Nóbrega, físico e engenheiro nuclear; consultor e escritor, que traduz bem os movimentos que uma organização deve se nortear: “Construir o futuro a partir daquilo que se está vivendo agora”. Essa frase é um perpétuo provérbio no mundo da administração. Logo as organizações, pra definir onde quer estar daqui a um tempo, tem que avaliar, historicamente, o potencial de recursos que desenvolveu, que possui e o que pode a vir a desenvolver. Logo, visualizar com muita propriedade o que está rolando na dinâmica paisagem atual.  A partir daí, preparar caminhos estratégicos para adquirir vantagens competitivas, seja na diferenciação ou custos baixos. Todo esse processo exige práticas constantes de toda uma estrutura organizacional. Por fim, entre outras que citei, destaco, aqui, conhecimento e tecnologia como tônicas do presente e do futuro para se obter vantagens competitivas.


ROCHA FERNANDES; BERTON. Estratégias Empresariais1ª edição. Saraiva. 2005 (material de apoio Estácio)

Estratégia de Custos

      A contabilidade financeira preocupa-se com os registros patrimoniais de uma organização, segundo as normas, convenções e princípios contábeis, e dentro desse contexto, contabiliza custos que estão voltados à análise dos gastos realizados pela entidade no decorrer de sua operação. E como função básica, da contabilidade de custos, que busca atender a três razões primárias, estão:
Determinação do lucro: empregando dados originários do registro convencionais contábeis, ou processando-os de maneira diferente, tornando-os mais úteis à administração;
Tomada de decisões; que envolvem produção (o que, quanto, como e quando fabricar) formações de preços, escolhas entre fabricação própria ou terceirizada.
Controle das operações, e demais recursos produtivos: como os estoques, com a manutenção de padrões e orçamentos, comparações entre previstos e realizados.
     No que tange o valor planejado, de uma organização, comparando com o que foi efetivamente gasto, obtém-se um forte instrumento que possibilita expressivo apoio ao norte a ser seguido pelo corpo administrativo; seja para evitar desperdícios de gastos, em toda a sua estrutura, ou pra decidir novos investimentos no cenário dos processos de produção.  Também dentro desse enfoque, analisam-se os custos diretos, que em grande medida são decorrentes dos valores agregados diretamente na produção, despesas e os demais gastos da organização, esses, irão impactar diretamente na formação do preço final do bem ou serviço. Logo, tudo isso vai de encontro a potenciais ações que podem permitir um melhor desempenho do produto ou serviço no mercado. E o fator desempenho está antenado com a acirrada competitividade, onde o foco que se privilegia é o cliente, esse, que espera um diferencial seja no preço ou num valor de cunho qualitativo.
     Portanto, essa informação contábil financeiras é de suma importância, para o gestor, pois auxilia- o na tomada de decisão sobre volume, qualidade, processo e canal de distribuição entre outros. E o papel do gestor, diante das devidas informações, é saber interpretar tudo isso com muita sabedoria para, só assim, elaborar o mais assertivo planejamento possível.
     Enfim, a análise dos custos através da contabilidade financeira, com toda a sua sistemática organizada, tem um enfoque essencial que se converge, interage, de uma forma interdisciplinar, com o corpo gestor, para esse, definir e planejar a sua ação decisória no seu campo de trabalho.


Fonte: HORNGREN; DATAR; FOSTER. Contabilidade de Custos- Volume 1. 11ªEd. Pearson/2003 (Material de apoio Estácio

Gerenciamento de Custos e Outras Variáveis

     Gerenciar custos é uma constante no dia a dia de um administrador. E como grande desafio ele deve saber com expertise distribuir e rastrear os custos que a organização incorre ao longo do processo produtivo para poder fazer confronto entre o valor planejado e o efetivamente gasto.  Tudo isso requer uma metodologia coerente e quântica, através dos instrumentos fundamentais que são os dados contábeis e financeiros. Embasado na contabilidade de custos o administrador tem ferramentas que o levam para formular as suas estratégias e assim poder fazer frente diante do mercado globalizado que se apresenta cada vez mais acirrado.
     O mercado, por natureza, é contingencial, mas hoje em especial, existe uma indecisão muito latente por causa da crise no mercado internacional, sobretudo os países da Zona Euro: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Malta, Países baixos, (Se não bastasse os competitivos produtos vindo da China, entre eles, vestuários, brinquedos e até bens duráveis como automóveis).  Tudo isso tem um efeito inevitável que acaba atingindo todos os países, inclusive o Brasil que é um país emergente e tem, no momento, a sua moeda estabilizada. Um exemplo do reflexo dessa crise, aqui no Brasil, é a guerra cambial que o governo trava diariamente. Com a oscilação do dólar no mercado brasileiro o governo procura achar um equilíbrio para que as importações e as exportações não sejam prejudicadas.  Tudo isso tem um impacto direto e tremendo entre vários elementos; um deles é a oscilação de preços no mercado mundial.  E além dos competidores entrantes no mercado, que sempre descobrem brechas de oportunidades nas crises, e que atuam com seus produtos substitutos, que geralmente tem preços mais baixos, também existe as novidades tecnológicas que empurram produtos e outros artigos produtivos para a obsolescência. Como resposta a esses fatores, a gestão precisa acompanhar as inovações; Inovar e reinventar-se é racionalmente necessário para que o administrador mantenha a sua organização saudável diante de seus competidores.
      O administrador se quiser realmente ser um profissional de sucesso, deve estar consciente que o trabalho no mundo dos negócios é muito árduo. E uma das suas grandes tarefas é reter; ter a fidelidade do consumidor.  Pra isso o foco de destaque em sua trajetória deve ser sempre o fator modernização.  Essa que é um processo linear constante. Logo seguir a modernização é cogente para a sobrevivência de uma grande organização.
     Portanto não importa como o administrador fará acontecer; seja investindo numa grande escala produtiva, para poder diminuir seus custos, ou em produção diferenciada com um valor agregado ao cliente; e que isso possa trazer de fato para a sua organização vantagem competitiva. Desta feita, através do melhor planejamento de custos, por em prática todo o seu conhecimento adquirido e atualizado para ter suficiente criatividade para compartilhar com seu grupo maneiras de perpetuar com sucesso a sua organização. Enfim, ratificando, o administrador tem que  fazer acontecer, essa é a missão, com planos práticos e objetivos pra se atingir os seus vislumbres.


DATAR e FOSTER> Contabilidade de Custos Volume 1 11ª edição. Pearson. 2003 (Livro customizado da Fac.. Estácio de Sá)


Breviário Sobre a Gramaticalidade da LIBRAS

     A língua de sinais brasileira utiliza a sintaxe espacial, modalidade viso- espacial, como configuração para se comunicar; isso de uma forma organizada espacialmente. No campo das dificuldades, ela é tão complexa como às línguas orais-auditivas. Em libras podemos identificar, basicamente, as mesmas naturezas gramaticais já conhecidas pelo estudo das línguas orais, como pronome, adjetivos, advérbios, etc. No entanto, embora o conceito atribuído as categorias gramaticais de LIBRAS seja semelhante aos da língua orais, sua forma de classificação e de funcionamento é diferente. A ordem dos sinais na construção de uma frase, em LIBRAS, obedece a regras próprias que refletem a maneira do surdo processar as suas ideias. Logo existe uma independência sintática do português em relação à linguagem de Libras. A categoria artigo, recorrente em inúmeros línguas orais não existem em libras; a preposição é pouco utilizado na LIBRAS;  visto que está incorporada, em algumas frases, ao verbo. Exemplo: Em português escrevemos: Eu irei para a escola; Em LIBRAS: EU-IR-ESCOLA. Portanto, a LIBRAS não pode ser estudada tendo como base a língua portuguesa, já que sua gramática, com todos os seus classificadores e expressões faciais, que complementam a linguagem e maximizam a compreensão, entre os devidos sinalizadores, é independente da língua oral.
     A ordem das palavras, em LIBRAS, ordem, neste caso, como conceito básico relacionado com a estrutura da frase de uma língua, possui seis combinações possíveis de sujeito(S), objeto (O), e verbo (V), conforme observou Greemberg (1966). No entanto, parece haver uma ordem básica que predomina, apesar de haver várias possibilidades de ordenação que também são consideráveis, e, que cada língua elege uma dessas ordenações como sendo dominante. E essa ordem, a ordenação mais básica, parece ser a ordem Sujeito-Verbo-Objeto (SVO).  Há vários estudos da frase na Língua de Sinais Americana (ASL), que são pontos de partida para a língua de sinais brasileira, uma vez que esta apresenta grande variabilidade. Apesar disso, as pesquisas concluem que a sua ordem básica é SVO (Ex: HOMEM-LER-LIVRO). Pra justificar isso há vários alguns argumentos tais como o de Fischer (1980) que observa que SOV é uma ordem não licenciada na posição de objeto não oracional. Já liddel (1980), tem mais um argumento a favor, onde constatou que somente estruturas SVO poderiam ser transformadas em interrogativas sim/não. Portanto, foram observadas várias possibilidades de ordenação das palavras transposta para LIBRAS, onde prevalece a ordem básica das demais, ou seja, corroborando, a ordem SVO. As evidências surgem conforme Quadros (1999), que as evidências surgem de orações simples, de orações complexas contendo orações subordinadas, da interação com advérbios, com modais e com auxiliares. As demais ordenações encontradas na língua de sinais brasileira resultam de interação de outros mecanismos gramaticais.
    Há oposição quanto à ordem SVO; análises diferentes de Fischer e Lidell baseados em estudos polêmicos, mas que também podem ser considerados. Isso tanto no ASL, quanto na língua de sinais brasileiro. Como supracitado, existe seis combinações possíveis de ordenações, segundo Geemberg (1966), seriam dominantes: SOV; SVO, ou VSO.  O autor constatou, através de pesquisas que a ordenação dos elementos tende a ser consistente, ou seja, a língua VO terá o objeto da preposição depois desta, enquanto uma língua OV terá uma ordem oposta, ou seja, primeiro objeto, e, então, a preposição. Fischer, (1980) dentro das seis possibilidades, lista, em seus estudos: SVO; OSV; VOS e SOV.
     Enfim , esse texto é apenas um pequeníssimo breviário, diante do estudo da língua de sinais que é vasto e requer muito estudo e dedicação para um melhor e pleno aprendizado.


Ronice Müller de Quadros e Lodenir Becker Karnopp. Língua de Sinais Brasileira. 1ª edição. Artmed. 2004 (Livro customizado da Fac. Estácio de Sá)
http://estacio.webaula.com.br (Conteúdo online, aulas 6 e 8)


Ambiente do Empreendedorismo


        Existe uma grande expectativa de crescimento e sucesso futuro no ambiente do empreendedorismo a nível global. No Brasil, por exemplo, esse crescimento, na última década, vem atingindo marcas expressivas no campo de pequenas e micro empresas.
   Estamos vivendo a era do empreendedorismo, apoiados por instituições educacionais, sociedade e corporações, unidades governamentais e outros. No entanto, mesmo com uma política do governo onde se faz investimentos, como o SEBRAE, racionalização tributária, etc, alguns aspectos se mostram insuficientes para o ambiente do empreendedorismo. Um exemplo disso é a carência de mão- de - obra e a carga tributária que encarece os custos no contexto do empreendedorismo.
   O empreendedor, no entanto, mesmo conhecendo as adversidades de um negócio, tem que procurar dar continuidade ao seu vislumbre com pensamento positivo, perseverança e atitudes pró-ativa, para, assim, poder auferir o seu escopo. Por isso, aliado as quatro fases do processo de geração de um empreendimento, o empreendedor, no seu campo de ação, deve seguir, convicto com a sua inovação, criação ou reconceituação de um valor para a sociedade, isso é, seguir com dedicação total a sua pedra angular.  Atrelado a esse processo, o empreendedor, deve utilizar outras ferramentas fundamentais que além de outras vantagens, serve para cultivar redes de contatos, e, a comunicação é um desses componentes; pois proporciona dinamismo e menor custo (tipo e-mail e outros). A informação também é outro fator primordial: mídia, jornais, revistas de cunho específico, a televisão, e, inclusive o apoio da sociedade que é essencial, pois propicia motivação e sustentação para o negócio. Logo vem a logística que é responsável pela distribuição: ponto chave de apoio estratégico. Conectado com todo empreendimento a tecnologia é outra ferramenta imprescindível que gera vantagem competitiva com a sua velocidade evolutiva que parece ser ilimitada. E a globalização que impõe, junto com a tecnologia, rapidez e conectividade em tempo real com o mundo dos negócios. E por fim, novos conceitos que envolvem, entre outras necessidades, ética, responsabilidades sociais e a busca constante pela comodidade e conforto do cliente que está cada vez mais exigente diante de tantas ofertas empreendedoras que se apresentam diariamente no mundo produtivo de bens e serviços.
    Desta feita,  as inovações tecnológicas tem sido os fatores mais impressionantes, ou seja,  tem sido uma ferramenta sem precedentes. Logo, entre outros conceitos e valores, a organização que não acompanhar, desenvolver, investir e capacitar os seus colaboradores para usar esse recurso com eficiência e eficácia, irá ficar pra trás no mundo da alta  competitividade. 


Fonte: http:/www.ipledu.com/empreendedorismo-verde-amarelo-oportunidades-e-desafios-ipl-semanal-numero36/ (Acesso em: 17 fev 2012)
 HISRICH; PETERS; SHEPHER. Empreendedorismo. 7 ed. Artmed. 2009
http://estacio.webaula.com.br/ (aula 1 conteúdo online)

domingo, 25 de março de 2012

Mitos Sobre Surdos e outras Questões Relevantes



     Os equívocos acerca da língua de sinais, infelizmente, norteiam e criam barreiras, principalmente para os surdos, aqui especificado como “portadores de necessidades específicas”. Para fins de esclarecimento, esse texto adotará esse termo supracitado, haja visto que não há um consenso terminológico. Pois isso é um objeto de discussão que se encontra em andamento. As noções equivocadas, sobre as línguas de sinais, são resultados de um passado onde não havia os devidos conhecimentos científicos e também uma falta de interesse por parte de órgãos e instituições responsáveis. Isso ocasionou dificuldades para a sociedade como um todo. Ainda hoje paira no ar certos mitos, entre outros destaco: universalidade da língua, visão errônea, pois cada país tem a sua língua de origem, assim como peculiaridades e variações regionais; inverdades apontando a língua de sinais como sendo conjuntos de gestos e pantominas, quando na verdade ela é uma língua natural,criada por comunidades surdas através de gerações. Sendo assim, ela é um sistema lingüístico legítimo com estruturas gramaticais próprias, independente das línguas orais dos países que são utilizados. As línguas de sinais possuem todas as características das línguas orais como a polissemia, possibilidades de utilização de metáforas, piadas jogos de linguagens, etc. Logo, não deve ser visto como um problema do surdo ou como uma patologia.
     Outro equívoco diz respeito à pessoa do surdo quando classificados como “surdo mudo”; também sendo fruto do passado. Em tempos remotos era desconhecido que o surdo, salvo exceção, tem o aparelho fonador resguardado. Se aparentemente não falam, isso se deve a dificuldades impostas pelo não desenvolvimento da memória auditiva, entre outros fatores. O surdo também “já foi”, por vezes, considerado como um “deficiente mental”, pejorativamente. Inclusive foram obrigados a participar de métodos educativos que visavam apagar as diferenças entre surdos e ouvintes, impondo ao surdo a língua e a cultura oral. Os equívocos não param por aí, são vários, alguns “superados”, outros que a sociedade como um todo, necessariamente, tem que apoiar para que sejam, de fato, só equívocos do passado. 
     O contato com LIBRAS já é uma obrigação do cumprimento das recentes políticas lingüísticas e educacionais que visam à divulgação da LIBRAS e da dita “cultura surda”, e a implementação de estratégias para a inclusão da pessoa surda na sociedade com a lei 10436, de 24/04/2002 e o decreto que o regulamenta: 5626 de 22/12/2005. No entanto, não é o suficiente. Pois na prática deixa muito a desejar. A infra-estrutura que se tem hoje, principalmente na parte de mobilidade, que engloba lazer, cultura, e outros fatores cogentes, é muito precária, quando não existentes. Isso vai contra todo direito e legitimação do portador de necessidades é uma inversão aos seus devidos valores como cidadão. Logo, há muito que se fazer para que o portador de necessidades específicas possa, de fato, se sentir incluído e interagindo com a sociedade no regime democrático. 
     No que tange a datilologia é a soletração de uma palavra usando o alfabeto manual de LIBRAS. A datilologia é mais usada para expressar nome de pessoas, localidades e outras palavras que não possuem um sinal específico. Ela não é uma língua distinta, mas um simples código baseado nas línguas orais, e nenhuma comunidade utiliza exclusivamente tal código para comunicar-se. Os surdos a utilizam somente em situações específicas, quando necessário. 
Às vezes, uma palavra da língua portuguesa que por empréstimo passou a pertencer a LIBRAS, por ser expressa pelo alfabeto manual com uma incorporação de movimento próprio desta língua, será apresentada pela soletração ou parte da soletração como as palavras “reais” e “nunca”, por exemplo. É difícil de explicar isso utilizando apenas a escrita, sem demonstrar com as mãos, porque LIBRAS é uma língua de modalidade gestual-visual. Portanto se a pessoa ver o gesto sobre o que estamos querendo falar, torna-se muito mais fácil dela entender. Uma pessoa que não é surda pode usar a datilologia quando ela não sabe o sinal correspondente do que quer falar com um surdo. Então para o surdo entender do que se trata devemos soletrar, usando o alfabeto manual. Entretanto nem todo surdo é “sinalizado”, muitos são “oralizados” e outros não conhecem LIBRAS, infelizmente. 
     Felizmente, o interesse em em relação aos estudos das línguas de sinais é crescente, já não se privilegia totalmente a língua oral. As línguas de sinais podem fornecer novas perspectivas teóricas sobre as línguas humanas, sobre os determinantes da linguagem e o processo de aquisição de desenvolvimento de uma língua que apresenta certas particularidades em relação às línguas orais. 
     Curiosidade: o dia do surdo é comemorado em 26 de setembro porque, neste dia, em 1857, durante o Império de D. Pedro II, o professor francês Hernest Huet, que era surdo, fundou o Imperial Instituto de Surdos Mudos, no Rio de Janeiro. No ano do centenário passou a denominar-se Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES). 


Lodenir Becker Karnopp e Ronice Muller de Quadros. Língua de Sinais Brasileira. 1ª edição.Artmed/2004 (material de apoio Estácio 
RODRIGUES SILVA: KAUCHAKJE: GESUEL> Cidadania, Surdez e Linguagem- desafios e realidade. 3ª edição. PLexus. 2003 (Mat Apoio Estácio) 
www.webaula.estácio.com (Aulas online 1 e 2)

sábado, 24 de março de 2012

Custos: Desafios Estratégicos Para o Administrador

     A contabilidade financeira preocupa-se com os registros patrimoniais de uma organização, segundo as normas, convenções e princípios contábeis, e dentro desse contexto, contabiliza custos que estão voltados à análise dos gastos realizados pela entidade no decorrer de sua operação. E como função básica, da contabilidade de custos, que busca atender a três razões primárias, estão:
Determinação do lucro: empregando dados originários do registro convencionais contábeis, ou processando-os de maneira diferente, tornando-os mais úteis à administração;
Tomada de decisões; que envolvem produção (o que, quanto, como e quando fabricar) formações de preços, escolhas entre fabricação própria ou terceirizada.
Controle das operações, e demais recursos produtivos: como os estoques, com a manutenção de padrões e orçamentos, comparações entre previstos e realizados.
     No que tange o valor planejado, de uma organização, comparando com o que foi efetivamente gasto, obtém-se um forte instrumento que possibilita expressivo apoio ao norte a ser seguido pelo corpo administrativo; seja para evitar desperdícios de gastos, em toda a sua estrutura, ou pra decidir novos investimentos no cenário dos processos de produção.  Também dentro desse enfoque, analisam-se os custos diretos, que em grande medida são decorrentes dos valores agregados diretamente na produção, despesas e os demais gastos da organização, esses, irão impactar diretamente na formação do preço final do bem ou serviço. Logo, tudo isso vai de encontro a potenciais ações que podem permitir um melhor desempenho do produto ou serviço no mercado. E o fator desempenho está antenado com a acirrada competitividade, onde o foco que se privilegia é o cliente, esse, que espera um diferencial seja no preço ou num valor de cunho qualitativo.
     Portanto, essa informação contábil financeiras é de suma importância, para o gestor, pois auxilia- o na tomada de decisão sobre volume, qualidade, processo e canal de distribuição entre outros. E o papel do gestor, diante das devidas informações, é saber interpretar tudo isso com muita sabedoria para, só assim, elaborar o mais assertivo planejamento possível.
     Enfim, a análise dos custos através da contabilidade financeira, com toda a sua sistemática organizada, tem um enfoque essencial que se converge, interage, de uma forma interdisciplinar, com o corpo gestor, para esse, definir e planejar a sua ação decisória no seu campo de trabalho.


Fonte: HORNGREN; DATAR; FOSTER. Contabilidade de Custos- Volume 1. 11ªEd. Pearson/2003 (Material de apoio Estácio
http://estacio.webaula.com.br