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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Gestão por Processos / Gestão de Pessoas por Competências

Podemos associar como exemplo, a contribuição da gestão por processos, em relação à implementação da gestão de pessoas por competências, os ensinamentos do Kaizen, filosofia baseado nos princípios socioculturais orientais. Kaisen significa melhoramento ou melhoria contínua. Esse instrumento exige o empenho de todos os indivíduos da empresa, desde o operário até o gerente. Fundamenta-se numa forma de gestão orientada para a maximização da produtividade e da rentabilidade e que não implica em significativo aumento de custos. Essas atividades metodológicas envolvem não apenas os processos produtivos, mas também as áreas de marketing, vendas, desenvolvimento, administrativas e financeiras.
Enfim, no aspecto humano, ligado a gestão de pessoas por competência, isso é traduzido em mudanças de atitude em todos os níveis e setores da empresa. Compromisso esse dirigido através de treinamentos contínuos, onde são desenvolvido atividades em equipes de trabalho; equipes de aperfeiçoamento por departamento, círculos de qualidade, grupos de trabalho ou equipes de aperfeiçoamento de processos interdepartamentais.


Correta a  sua pesquisa e as suas considerações sobre o tema do fórum.
Att.
A. V. Matias



Programa de Qualidade/ Empresa Tradicional/ Empresa de Gestão por Processos

A implantação de um programa de qualidade numa organização, quando se faz presente, visa atingir, “selo de qualidade”, novos horizontes, e, sobreviver no acirrado mundo dos negócios. E para que isso aconteça, com êxito, é imprescindível a participação de todos colaboradores como protagonistas, para garantir a qualidade em cada posto de trabalho. E mais, pra vislumbrar um futuro de sucesso, uma plausível qualidade nos métodos da gestão, tem que haver também a total parceria dos clientes e fornecedores. O cliente, então, está em primeiro lugar nessa empreitada, até porque a qualidade é voltada inteiramente para a sua satisfação. E como ele é o principal interessado, o mesmo fará julgamentos, dando ou não a sua aprovação no “selo de qualidade”.
A qualidade deve estar em toda a empresa: qualidade do serviço, qualidade do trabalho qualidade da informação; qualidade de todos os processos que envolvem a organização. E pra que isso aconteça não pode haver centralização; deve haver delegações de responsabilidades com responsabilidades entre os seus membros. E pelo que nota-se nas organizações tradicionais, a descentralização de comandos é escasso, quando não totalmente desprovido. No mundo de hoje, isso não cabe mais como modelo de gestão. Pois como diz o ditado: “duas cabeças pensam melhor do que uma”. Agora imagina várias cabeças em prol de um mesmo objetivo que é o sucesso da organização; se não for isso, o fracasso é quase que inevitável. Enfim longe do modelo tradicional o colaborador, o colaborador de atitudes inteligentes, tem outro comportamento. Pois ele sabe que se a organização vir a adoecer ele pode vir a adoecer solidariamente ou não. Por isso, imbuído dessa consciência, consciente da sua importância dentro da organização, a sua atitude o leva a querer fazer parte criativamente e efetivamente em todo esse processo, gestão por processos, que é a tendência da atualidade.

Fonte de pesquisa Minhas fontes foram o Dicionário Aurélio, Wikipédia, no  caso a fórmula de Einstein, e Filosofia Geral e da Educação, de Janes Fidélis Tomelin e Norberto Siegel

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Gestão por Processos em oposição ao Modelo Tradicional

É possível identificar, pelo conteúdo online ministrado em aulas, que a gestão por processos certamente é mais vantajosa, não só pelo fato de ser uma nova tendência, mas pelo fato de ser mais efetiva e dinâmica no que tange a realidade contemporânea.
O modelo tradicional, no desempenho desta, ainda persiste em muitas empresas que ainda não despertaram para acompanhar a realidade do exigente mercado competitivo.
Ao fazermos um breve paralelo entre a gestão por processos, chamado aqui de fator A, e a organização tradicional, fator B, possivelmente chegaremos a uma só conclusão. Antes vamos analisar: enquanto o fator A tem como foco o cliente, elemento infalivelmente fundamental; o segundo focaliza-se na sua chefia, elemento falível; enquanto o fator A toma decisões em caráter participativo, onde se soma experiências conjuntas, o fator B concentra essa atitude vertical apenas no gerente; enquanto o fator A tem um objetivo de prevenção de custos, levando em conta análises qualitativas, o fator B só pensa na quantitativa redução de custos.
  Diante desse breviário, vimos que a gestão por processos, além de ser mais vantajosa, atualmente, se torna racionalmente necessário. Enquanto que o modelo tradicional está em desvantagem, por não perceber alguns aspectos de interesses condizentes com a organização administrativa, tais: não reter conhecimentos, ao contrário, deve-se partilhar; poderes de decisão devem ser tomados em conjunto; horizontalização de informações e melhorias sempre, conforme a regra do mercado, exigente, e da própria sobrevivência organizacional.




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Gestão de Processos


Como estudado em aula, o processo, numa organização, é uma atividade que requer uma sequencia lógica, interligadas, para que possam ser atingidos os objetivos de produção, seja um bem ou serviço que tem valor para um grupo específico de clientes. Isso na visão de quaisquer atividades que usam recursos transformados entradas em saídas, ou seja, as devidas organizações identificam e gerenciam processos inter-relacionados e interativos para funcionar de forma eficaz. E norteiam como base um grupo de processos que são executados por pessoas, instalações, através de equipamentos e recursos materiais, entre outros elementos. Em suma, processos é transformar entradas conhecidas em saídas desejadas.
Partindo do princípio de que tudo gira em torno de processos, dentro de uma organização, ainda que de improviso, mas ao longo do tempo passa a ser a razão para que se atinjam resultados suficientes, jamais podemos esquecer, pra não cairmos no status quo, que todo processo deve contribuir para a satisfação do cliente interno ou externo. Pois a satisfação do cliente é o foco, visto que ele se torna cada vez mais exigente e com um leque de possibilidades atrativas e competitivas no mercado de negócios. Assim, todos os processos, todas as atividades que auxiliam na execução de um serviço, deve buscar melhorias contínua pra agregar valor constante, e, tudo isso deve ser parte integrante da gestão de processos. Por fim, cada etapa do processo deve agregar valor à etapa anterior e assim sucessivamente. 

Fonte consulta: http://estacio.webaula.com.br