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sábado, 5 de maio de 2012

Fatores Críticos de Sucesso


    Um projeto pode ser considerado importante, de grande valor, e bem sucedido, sob a perspectiva do diferencial competitivo dos fatores críticos de sucesso, quando ele é desenvolvido dentro das expectativas de tempo, custo e qualidade, além de o cliente ter ficado satisfeito e o moral da equipe ter se mantido alto.
     Dá-se o nome de Fatores Críticos de Sucesso (FCS) a uma lista de itens que devem ser observados durante o planejamento e execução de um projeto para que o sucesso possa ser alcançado. S
ão os pontos chave que definem o sucesso ou o fracasso de um objetivo definido por um planejamento de determinada organização.  Quando bem definidos, os fatores críticos de sucesso se tornam um ponto de referência para toda a organização em suas atividades voltadas para a sua missão. Só é possível alcançar um bom alinhamento entre as características do negócio e as capacidades da empresa quando as suas competências centrais correspondem aos fatores críticos de sucesso da indústria. Quando as organizações fazem bem (competências centrais) aquilo que tem de ser bem feito (fatores críticos de sucesso), conseguem ter o êxito desejado. Pelo contrário, se as empresas apenas desempenham bem as tarefas pouco importantes ou não se superiorizam à concorrência nas variáveis realmente decisivas acabam por não ser bem sucedidas.
     Fatores Críticos de Sucesso também são fatores que definem as principais orientações que a gestão deve seguir na implementação de um verdadeiro controle sobre os processos de Gestão da Informação.  Não existe uma unanimidade entre os autores na composição desta lista para projetos de informática, mas os itens abaixo aparecem com muita freqüência:
·         Gerência competente;
·         Equipe competente;
·         Planejamento e controle adequados;
·         Inexistência ou neutralização antecipada de itens de alto risco;
·         Atenção especial às ferramentas gerenciais mais estratégicas.
gerente do projeto, ou equivalente, é o principal responsável pelo projeto. Esta responsabilidade não deve ser repartida com nenhum outro profissional e o gerente do projeto deve ter a competência, habilidade para “tocar” projetos, experiência, treinamento e tempo disponível. Geralmente este item é considerado o mais importante, tendo os restantes o mesmo nível de importância, mas em um patamar inferior.

Uma equipe competente, experiente, treinada e com tempo disponível dará ao gerente do projeto a segurança de que o produto / serviço será desenvolvido dentro dos parâmetros da qualidade e ele não necessitará dedicar muito do seu precioso tempo à gerência do produto e, sim, à gerência do trabalho. Particularmente em grandes projetos, este aspecto é crucial, visto existir aqui uma maior necessidade de o gerente consumir o seu tempo com aspectos de gerência do trabalho (prazos, custos, compras, recebimento de material e problemas relacionados com pessoal).

Um projeto necessita de planos, sem os quais ficará à deriva e, pelo mesmo motivo, deve existir um controle da execução. Parece óbvio, mas muitas empresas do Brasil nunca fizeram um único plano sequer. Além disso, o planejamento deve ser adequado às proporções do projeto. Para o desenvolvimento de um pequeno aplicativo, baseado em uma planilha eletrônica, de duração menor que um mês e envolvendo uma única pessoa executora e um único cliente, certamente um plano ultra simplificado é suficiente. Já o desenvolvimento de um aplicativo complexo, sem similar no mercado, e que envolva diversos clientes necessitará de um planejamento e de um controle bastante sofisticados.

     Não se pode continuar um projeto para o qual não existe a possibilidade de se eliminar um item de alto risco alto risco significa a possibilidade de atrasos e aumento de custos inaceitáveis. Um dos fatores para o sucesso do projeto é a inexistência de itens de alto risco ou, caso existam, que sejam estabelecidas as contramedidas para anulá-los e que isso ocorra em prazos que não comprometam o projeto. Portanto, aqueles itens de alto risco e suas contramedidas exigem uma atenção muito especial.

     Finalmente, projetos diferentes necessitam de estratégias gerenciais diferentes. As estratégias gerenciais são muitas, tais como: “em projetos de alta tecnologia uma consultoria externa é bem-vinda” ou “em projetos nos quais o cliente não sabe explicitar claramente o que deseja, é muito conveniente uma forte interação com o cliente”.
    Enfim, Fatores Críticos de Sucesso são aquelas condições fundamentais que precisam ser satisfeitas para que a instituição tenha sucesso na sua área de atuação. São as condições que a instituição tem que ter para sobreviver. Os fatores são da instituição, mas quem os define na verdade é o mercado.
pt. wikipedia.org/wiki/Fatores_críticos_de_sucesso;
www.hu.ufsc.br/~plano2012/index. php?id=8

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Percepção de Uma Oportunidade


     A percepção de uma oportunidade é certamente marcante na personalidade de um sujeito que tem espírito empreendedor. Pois o empreendedor, com suas atitudes pró-ativas; não se conforma com a zona de conforto. Ele está sempre buscando inovar, seja através de projetos ou planos emergenciais, o seu ambiente organizacional.  Logo, o empreendedor é um visionário que utiliza o seu capital intelectual que pode culminar em valores sociais através da geração de empregos, dinamizando, assim, a economia com inovações, que são inerentes a sua criatividade; que o leva a buscar soluções para melhorar o ambiente das organizações como um todo. Mas não basta ter só boas ideias, criatividade, percepção de uma oportunidade, se faz necessário pra o empreendedor saber administrá-la, ou seja, uma elaboração detalhada, um plano de negócios, de todos os fatores internos e externos, que serão envolvidos, para que ele possa, dependendo da sua situação financeira, vender essa ideia de forma que consiga apoio para a concretização de seu empreendimento.
     Para ser um empreendedor, ás vezes, pode ser uma ocasião acidental. Pois a percepção de uma oportunidade pode se manifestar em qualquer pessoa, mesmo não tendo as características mais típicas de um empreendedor. Visto que uma oportunidade pode aparecer inesperadamente, oriunda de uma necessidade. Isso me faz lembrar de um filme chamado “A Inveja Mata”, com Bem Stiller, Personagem Tim, e Jack Black, como Nick.  Ambos eram grandes amigos, vizinhos e trabalhavam juntos numa empresa.  Nick,  era um sujeito acomodado no emprego, não aspirava muita vontade de evoluir. O personagem de Bem Stiller, ao contrário, era mais dinâmico nas suas iniciativas. Porém certo dia Nick tem uma ideia: um vaporizador de fezes caninas. Então, pede apoio financeiro a Tim para desenvolver a sua invenção, propondo, assim, uma sociedade. Tim não aceita  a idéia do seu amigo como também o ridiculariza. Acontece que Nick vai adiante com a sua invenção e obtém sucesso. Logo , fica milionário. Tim que se  negou a fazer parte do negócio ficou inconformado, com inveja e muita frustração por ter deixado escapar a carona de uma grande oportunidade. Enfim, o filme se desenrola com muita comédia, mas fica aí uma reflexão: todo sujeito, pode ser um empreendedor, dependendo da ocasião, pode ter uma boa ideia e isso pode gerar oportunidades.

Fonte: Estácio. webaula.com.br     

sábado, 31 de março de 2012

Empreendedorismo: Crescimento Econômico

          Como ministrado em aula e através de outras pesquisas é possível perceber o quanto o empreendedorismo se torna, cada vez mais, como um instrumento essencial para o desenvolvimento econômico; não apenas no que tange o aumento de produção de renda por cada indivíduo, mas na constituição de mudanças na estrutura das relações comerciais e da sociedade como um todo.

     Visto como sendo um fenômeno global, o empreendedorismo está tendo apoio de diversas instituições publicas e privadas através de investimentos em pesquisas e outros incentivos. Nesse seguimento existe uma correspondência entre o empreendedorismo e crescimento. Os resultados disso são evidenciados na forma de inovação, desenvolvimento tecnológico e geração de novos postos de trabalho. Logo a riqueza gerada pelos empreendedores contribui para uma qualidade de vida da população e, não raro, é reinvestida em novos empreendimentos empresariais. O Brasil, como não poderia ser diferente, segue na tendência de investir cada vez mais em empreendimentos. Em 2008, segundo o GEM - Global Entrepreneurship Monitor, com o seu o conjunto de informações, através do Projeto GEM Brasil, nos destacou, pela primeira vez, na série de pesquisas, com a marca de dois empreendedores por oportunidade para cada um por necessidade. Fato esse que deve ser comemorado como o primeiro degrau de uma longa escada de desenvolvimento. Desta feita, o Brasil ainda tem muito a galgar, para poder crescer mais na marca de empreendedores por oportunidade e superar de forma significativa o empreendimento por necessidade.  Pois quanto mais desenvolvido um país for, sua taxa de empreendedorismo por necessidade tende a baixar.
      A estrutura de um planejamento de um projeto começa por três elementos fundamentais: Levantamento de informações que deve englobar todos os envolvidos, inclusive as partes operacionais, para que juntos possa definir com clareza todo o seu significado. Isso, no entanto, deve ser muito bem elaborado e convincente para que se tenha a anuência dos patrocinadores e investidores; definição de prazos, que consiste em estipular o prazo que seria aceitável para que o projeto possa ser concluído e definição de recursos, ou seja, determinar os recursos necessários para a execução do projeto (humanos, equipamentos e financeiros) levando em consideração os perfis profissionais e desembolsos que serão custeados por terceiros. Esses elementos são considerados o principal arcabouço, mas ligado a isso há outros fatores que são primordiais para dar seguimento aos seus planos e sua efetivação. Logo, esses conjuntos de elementos se complementam para que o projeto possa ser concluído e, por fim, entregue ao seu objetivo.
    Há uma diferença entre projeto e empreendimento. O projeto como composição tem início e fim determinado, ou seja, um ciclo de vida. Logo que finalizado é entregue o objeto ao seu destino. Portanto, determinado o projeto, passa ser incorporado a um empreendimento.  O empreendimento por sua vez, tem início determinado, mas, em princípio, o fim é indeterminado. Os seus objetivos mudam durante o seu ciclo de vida, embora parte delas seja cumprida durante sua existência; tem como objetivo tornar-se autossuficiente, recuperando seus investimentos e podendo gerar lucros.
    Vivemos um momento de mudanças e incertezas em todo cenário global devido à instabilidade dos países em crise. Logo isso acaba, de certa forma, afetando a todos. Logo, temos que nos adaptarmos a todas essas crises e inovações que se apresentam no dia a dia. E o empreendedorismo, por sua vez, tem que ter criatividade diante de todas essas ameaças, e, ousadia diante das oportunidades que sempre se apresentam. Um empreendimento que deseja ser efetivo deve ter na sua essência, projetos contínuos, inovadores, conforme a tendência econômica; projetos que o levem para o horizonte do crescimento produtivo e social. Enfim, todo empreendimento efetivo deseja, investe e trabalha objetivando  sua perpetuidade e consequentemente a geração de benefícios e  de lucratividades para todos os seus stakerolders.


HISRICHI: PETERS: SHEPHERD.  Empreendedorismo. 7ª edição. Artmed/2009 (livro Customizado da Fac. Estácio)

terça-feira, 27 de março de 2012

Ambiente do Empreendedorismo


        Existe uma grande expectativa de crescimento e sucesso futuro no ambiente do empreendedorismo a nível global. No Brasil, por exemplo, esse crescimento, na última década, vem atingindo marcas expressivas no campo de pequenas e micro empresas.
   Estamos vivendo a era do empreendedorismo, apoiados por instituições educacionais, sociedade e corporações, unidades governamentais e outros. No entanto, mesmo com uma política do governo onde se faz investimentos, como o SEBRAE, racionalização tributária, etc, alguns aspectos se mostram insuficientes para o ambiente do empreendedorismo. Um exemplo disso é a carência de mão- de - obra e a carga tributária que encarece os custos no contexto do empreendedorismo.
   O empreendedor, no entanto, mesmo conhecendo as adversidades de um negócio, tem que procurar dar continuidade ao seu vislumbre com pensamento positivo, perseverança e atitudes pró-ativa, para, assim, poder auferir o seu escopo. Por isso, aliado as quatro fases do processo de geração de um empreendimento, o empreendedor, no seu campo de ação, deve seguir, convicto com a sua inovação, criação ou reconceituação de um valor para a sociedade, isso é, seguir com dedicação total a sua pedra angular.  Atrelado a esse processo, o empreendedor, deve utilizar outras ferramentas fundamentais que além de outras vantagens, serve para cultivar redes de contatos, e, a comunicação é um desses componentes; pois proporciona dinamismo e menor custo (tipo e-mail e outros). A informação também é outro fator primordial: mídia, jornais, revistas de cunho específico, a televisão, e, inclusive o apoio da sociedade que é essencial, pois propicia motivação e sustentação para o negócio. Logo vem a logística que é responsável pela distribuição: ponto chave de apoio estratégico. Conectado com todo empreendimento a tecnologia é outra ferramenta imprescindível que gera vantagem competitiva com a sua velocidade evolutiva que parece ser ilimitada. E a globalização que impõe, junto com a tecnologia, rapidez e conectividade em tempo real com o mundo dos negócios. E por fim, novos conceitos que envolvem, entre outras necessidades, ética, responsabilidades sociais e a busca constante pela comodidade e conforto do cliente que está cada vez mais exigente diante de tantas ofertas empreendedoras que se apresentam diariamente no mundo produtivo de bens e serviços.
    Desta feita,  as inovações tecnológicas tem sido os fatores mais impressionantes, ou seja,  tem sido uma ferramenta sem precedentes. Logo, entre outros conceitos e valores, a organização que não acompanhar, desenvolver, investir e capacitar os seus colaboradores para usar esse recurso com eficiência e eficácia, irá ficar pra trás no mundo da alta  competitividade. 


Fonte: http:/www.ipledu.com/empreendedorismo-verde-amarelo-oportunidades-e-desafios-ipl-semanal-numero36/ (Acesso em: 17 fev 2012)
 HISRICH; PETERS; SHEPHER. Empreendedorismo. 7 ed. Artmed. 2009
http://estacio.webaula.com.br/ (aula 1 conteúdo online)