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domingo, 28 de outubro de 2012

Qualidade de Vida no Trabalho




     Aproveito esta postagem para abordar sobre a importância de Qualidade de Vida No trabalho (QVT). Visto que esse tema é cada vez mais estudado e implantado nas antenadas organizações que buscam por melhorias em tudo que o que se refere a um clima organizacional mais saudável; onde todos os stakeholders possam se beneficiar com essa proposta que é salutar para a própria sobrevivência organizacional e como um benéfico diferencial e vantagem competitiva.
  Segundo LIMONGI-FRANÇA (1996), QVT é o conjunto de ações de uma empresa no sentido de implantar melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais no ambiente de trabalho. Para LIMONGI-FRANÇA E ARELLANO (2002, p. 296), as interpretações de QVT vão desde o foco clínico da ausência de doenças no âmbito pessoal até as exigências de recursos, objetos e procedimentos de natureza gerencial e estratégica no nível organizacional. Ainda de acordo com os autores, novos paradigmas de modos de vida dentro e fora da empresa, construindo valores relativos às demandas de QVT, estão sendo estruturados por diversos segmentos da sociedade e do conhecimento científico, entre os quais podemos destacar:
• Saúde (preservação da integridade física, social e psicológica do ser humano);
• Ecologia (preservação do ecossistema);
• Ergonomia (condições de trabalho das pessoas);
• Psicologia (o que é compartilhado no ambiente organizacional). o intrínseco das necessidades individuais;
• Sociologia (o que é compartilhado no ambiente organizacional;
• Economia (distribuição de bens, recursos e serviços devem ser equitativos); Entre outros.
    Todo esse processo de QVT vem se transformando ao longo do tempo; faz parte de um processo evolutivo-histórico que consolida a busca do desenvolvimento humano e organizacional. WALTON (1973) define-a como algo além dos objetivos da legislação trabalhista, surgido no começo do século XX com a regulamentação do trabalho para menores, da jornada de trabalho e descanso semanal e das indenizações por acidentes de trabalho.
Exemplos de uma proposta que está dentro de um padrão de QVT:
-Uma remuneração justa e adequada (equidade salarial);
- segurança, salubridade do trabalho (jornada de trabalho satisfatória);
- oportunidade de utilizar e desenvolver habilidades (desenvolvimento das capacidades); - oportunidade de progresso e segurança no emprego (segurança no emprego e na remuneração);
- integração social na organização (ambiente favorável);
- leis e normas sociais (liberdade de expressão e ideias;
- trabalho e vida privada (descanso);
- significado social da atividade do empregado (autoestima e outros benefícios que venham ao encontro das necessidades sócio-econômicas dos indivíduos.
Portanto, o Programa de Qualidade de Vida ou Promoção de Saúde nas organizações é um processo que tem como objetivo encorajar e apoiar hábitos e estilos de vida que promovam saúde e bem-estar entre todos os funcionários e famílias durante toda a sua vida profissional.
     Em suma, a organização que preza e otimiza o QVT tem um custo benefício positivo que vai de encontro aos seus objetivos e com vantagem tanto qualitativa quanto quantitativa. Pois os funcionários que se beneficiam de programas voltados para sua saúde, lazer, segurança, enfim, um bem estar geral, tende a desempenhar com muito mais êxito o seu trabalho. Logo a empresa tem um ganho funcional que justifica todo investimento nesse sentido. Pois todos aqueles fatores inconvenientes como absenteísmos, alta rotatividade, acidentes e conflitos variáveis também será estabilizado pra melhor.


Fonte:http://www.mexa-se.com.br/modules/smartsection/item. php?itemid=7 (Apud www.estacio.com.br – aulas online)
www.webaula.com.br (aulas online)

Barreiras a Comunicação

     
     Conforme o que vem sendo enunciado nas aulas online; teletransmitidas e outros materiais de apoio, fornecidos pela Faculdade Estácio de Sá, principalmente nessa disciplina de Comportamento Organizacional, a comunicação é um fator imprescindível para o desenvolvimento organizacional. Isso aliado aos estudos acadêmicos interdisciplinar e as experiências particulares, autenticam a relevância de uma comunicação clara, objetiva, sem resistências subjetivas que possam causar barreiras a comunicação,e, que por efeito, venha causar distúrbios nos objetivos da organização.
  Infelizmente, nem sempre é possível manter uma consonância comunicativa entre os seus interagentes. Dado que cada indivíduo tem a sua história de vida com um conjunto de valores peculiares que vão se formando ao longo do seu ambiente. Isso reflete em toda a sua cultura, comportamentos e ações. Logo as percepções, não raro, são de natureza dissonante no sentido individual. Assim, cada ser reage de uma forma diferente a determinada comunicação, é o que se pode chamar de idiossincrasia.    
     Sendo o  indivíduo  um ser social, ele precisa interagir para a sua própria existência; visto que precisamos um do outro. Logo a barreira seja de ordem pessoal, que muitas das vezes se coaduna com as barreiras físicas e semântica, precisa ser muito bem administrada pelo corpo gestor. Analisando, no caso, as barreiras humanas, o gestor, há de considerar os vários fatores comportamentais de cada indivíduo. Como exemplo as limitações pessoais que variam de sujeito pra sujeito; pois cada um tem seu tempo para assimilar aquilo que se quer transmitir, já que as percepções são diferentes. Neste caso a mensagem deve ser, para uns, repassadas com maiores detalhes ou frequência. Isso tudo, de certa forma, está associado à cultura; hábitos de ouvir, emoções, preocupações, sentimentos pessoais, pouca atenção hábitos pessoais e outras variáveis do ser humano. Logo o gestor tem que ter consciência desses fatores, além de ser um profissional empático, que possua uma satisfatória habilidade humana para poder transmitir uma comunicação que atinja todos os indivíduos organizacionais no sentido de atingir as devidas finalidades. Enfim, tudo isso requer um planejamento alinhado com o setor de recursos humanos para que o desenvolvimento de toda a organização tenha êxito.


Fonte: www.estacio.webaula.com.br  ( aulas online)

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

União de Forças/ Comunicação com Clareza


    Acredito na união de forças tais como: famílias, aquelas que se respeitam e se consideram; escolas, com ótimos educadores, empresas, que sabem cultuar ou ao menos buscam um clima organizacional agradável, enfim toda organização que busca objetivos em prol de um grupo ou de finalidades condizentes com a situação.
   Logo a comunicação, tem que estar alinhada aos objetivos organizacionais. Portanto, cabe a cada emissor a responsabilidade de passar as informações com o máximo de clareza possível.

Comunicação Organizacional

     Uma das definições do Dicionário Aurélio, sobre a comunicação: “a capacidade de discutir ou trocar ideias, de dialogar de conversar, com vista ao bom entendimento entre pessoas.” Considero essa definição como o embasamento entre todos os sinônimos e significados que se apresentam nas comunicações organizacionais.

     Não há dúvidas que a comunicação é o elemento primordial de todo relacionamento nas organizações, sem a mesma, nada é transacionado. Mas não basta ser qualquer comunicação. A comunicação mais ideal possível tem que ser uma ferramenta moderna, atualizada com inovações e que tenha uma abrangência e participação integral de todos os envolvidos. Logo a sua mensagem tem que ser uma linguagem clara; simplificada e objetiva. Eis aí uma das dificuldades no ambiente organizacional. Os gestores, em muitas das vezes, não conseguem ser claro nos seus enunciados, abusam de termos técnicos em ocasiões inapropriadas, assim como não buscam simplificar e complicam os objetivos ao não dar ouvidos a quem realmente executa as tarefas.  Logo a transparência; simplificação, e objetividade são procedimentos essenciais para uma boa gestão organizacional.
     O gestor tem que estar preparado para lidar com várias personalidades individuais, bem assim, como os seus vários níveis socioculturais. Ele tem o compromisso de ser uma pessoa sensata, que passe segurança, que seja um ótimo argumentador, que saiba delegar responsabilidades, que tenha muito cuidado ao trazer e passar informações corretas e que nunca retenha informações necessárias ao bom desempenho das tarefas.
     O indivíduo, colaborador, por sua parte, não deve esperar que a todo momento seja feita prévias comunicações. Ele também tem que ter interesse e responsabilidade pra buscar informações, tirar dúvidas, trocar informações, trazer fatos novos obtidos através das suas experiências profissionais e culturais, e, também, não retê-las, como muitos fazem. Enfim, correr atrás das informações e não esperar o tempo todo pelas mesmas.
     Portanto o gestor alinhado com todo o contexto organizacional deve valer-se com clareza e honestidade das inovações, ter empatia, sensibilidade e, acima de tudo, saber passar a informação condizente com aquilo que se espera de um grande administrador organizacional.
     Logo é prioritário para a organização ter e manter um clima satisfatório, ou seja, cultivar, numa constante, um ótimo canal de informação com seus funcionários, clientes, fornecedores, em suma, interagir com todos os seus stakeholders, valendo-se sempre de feedbacks.