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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Os Benefícios e a sua Relevância


     Visando criar, aprimorar e assegurar melhores condições de trabalho para os funcionários, os benefícios são um investimento organizacional de extrema relevância. Visto que o indivíduo amparado ou beneficiado por um, ou mais, significante benefício se sente mais motivado para o seu ato funcional. E a empresa, em contra partida, pode contar com esse estímulo para reter o bom profissional que no seu desempenho denotar melhor qualidade e maior  produtividade organizacional.
     O benefício mais considerável para reter talentos depende dos fatores de necessidades que cada indivíduo considera como prioritários. Benefícios sociais, por exemplo, são relevantes, pois passa uma sensação de amparo, segurança para o indivíduo. Os benefícios recreativos são também bastante interessantes, pois passam a imagem e até a sensação de que a organização tem uma preocupação com o bem estar, o lazer do funcionário, e, não só aquela visão de foco produtivo. Logo o funcionário relaxa, areja sua mente e no fim se sente bem numa empresa que proporciona esses momentos de descontração.  Benefícios supletivos ou de apoio, da mesma forma, são fatores interessantes, pois criam situações convenientes e úteis, seja através de um posto bancário na empresa, desconto em produtos da mesma, convênios com posto de gasolina, farmácia, etc.
     Enfim, cada indivíduo, em uma organização, tem necessidades diferentes e outras que se convergem, mas certamente o benefício mais estimulante é aquele que a concessão é simplesmente por liberalidade ou espontaneidade. Exemplo é o seguro de vida ou assistência médica. Assistência médica, então, é hoje considerada um dos melhores benefícios, principalmente se for um plano que inclui toda a família do funcionário. Desde que seja, é claro, um plano que tenha uma cobertura de qualidade e que de preferência não gere nem um custo para o funcionário. Diante de tantos problemas na Saúde Pública, qual o indivíduo organizacional que não sente motivado e seguro diante de um bom plano de saúde?
      Por fim, a empresa que consegue sustentar tais benefícios que venham ao interesse do funcionário, será uma empresa muito mais saudável em todos os aspectos.


Fonte: www.estacio.com.br (aulas online e teletransmitidas)

Política do Ganha-Ganha


     Longe de ser poético, existe o amor a profissão. Sendo assim, têm aqueles privilegiados que conseguem unir o útil ao agradável, ou seja, conseguem ganhar o suficiente para a sua manutenção financeira, às vezes até bem remunerados, fazendo aquilo que realmente gostam. Mas, na maioria dos casos isso não acontece. Logo, o amor, a paixão pela profissão, geralmente, já não é o suficiente. O indivíduo, normalmente, faz a opção de ganhar um salário digno para manter as suas necessidades socioeconômicas.
     As empresas, representado pelos gerentes, supervisores, sob o auxílio da área de recursos humanos, têm que estar atenta para buscar manter o corpo de funcionário satisfeito com as suas remunerações e salários, através de recompensas pelos trabalhos prestados. Ao menos, deve igualar ou ser superior aos salários e benefícios do concorrente. Isso alinhado a um bom clima organizacional é muito importante para que a empresa venha a reter o bom profissional.
      A empresa antenada sabe que há bons funcionários em crise de insatisfação, seja a respeito de salário ou outro fator que podem ser compensados por algum tipo de remuneração ou benefícios. A realidade é que o funcionário quer ser valorizado, além de possibilidades de crescimento profissional na empresa, ele quer ter um bom salário com um conjunto de benefícios. Infelizmente nem toda empresa tem estrutura suficiente para suprir alguns planos benéficos para os seus funcionários. Mas é muito importante que a organização estude, compartilhe a possibilidade de efetivar algumas vantagens para os seus colaboradores. Pois sendo assim, a produtividade tende a ser otimizada; os comportamentos dos funcionários estarão mais focados nos objetivos organizacionais. Enfim, questão do ganha- ganha.  



Fonte:  http://estacio.webaula.com.br (aulas online)

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A atuação do RH e Algumas de Suas Ferramentas


     O RH atua no sentido de ajudar a organização a alcançar seus objetivos e a realizar sua missão. Logo busca proporcionar competitividade à organização; preparando pessoas bem treinadas e bem motivadas. Da mesma forma, busca aumentar a satisfação das pessoas no trabalho; desenvolver e manter qualidade de vida organizacional; administrar e impulsionar a mudança.  Outrossim, busca manter políticas éticas e comportamento socialmente responsável. Basicamente é uma área de conhecimento que estuda e trata das questões relacionadas às pessoas no ambiente, com o propósito de melhorar o contexto organizacional estimulando constantemente o valor do principal ativo das organizações, seu potencial humano, assim como os resultados das organizações.
     Entre outras funções do RH, transcrevo: a administração de cargos e salários; administração de benefícios; segurança e medicina do trabalho; relações trabalhistas e sindicais; planejamento de recursos humanos; administração de pessoal. E para pontuar algumas ações de ARH, elencados os serviços prestados na área: suprir a empresa com os RHs necessários; desenvolver os RHs; reter os RHs; integrar (social e funcionalmente) os RHs; assegurar a integridade física dos RHs; remunerar os RHs; recompensar os RHs pelos desempenhos excepcionais; recompensar os RHs pela aquisição de competências e habilidades necessárias; em suma, recrutar, selecionar e desenvolver os indivíduos no campo organizacional.               
     Cabe salientar a importância do processo de recrutamento.  O recrutador, no caso, deve avaliar se o resultado de seu recrutamento está atendendo a demanda e às necessidades das organizações. Essa avaliação é verificada quando se consegue convocar e selecionar a pessoa adequada para o cargo disponível. Importante: Uma ferramenta de análise interessante desse processo é verificar junto ao gerente do posto de trabalho selecionado a efetividade das ações do novo contratado. Portanto, o RH necessita integrar, acolher os novos colaboradores. Uma parte desse processo, geralmente, é feita pelo RH e a outra deve ser de responsabilidade de seus gestores imediatos. Quando do ingresso de um novo colaborador, cabe ao RH realizar o que chamamos de “ambientação”, ou seja, apresentá-lo à empresa.
      E como ferramentas destaco: avaliação psicológica; projetiva e psicométrica; aplicação de teste situacional: de simulação provas de conhecimentos gerais provas de conhecimentos específicos. Essas ferramentas são imprescindíveis e com objetivos preestabelecidos; tais os teste psicológicos, teste de aptidões (gerais e específicas). Eles possuem o objetivo de identificar as capacidades dos candidatos. Entre esses testes, como referências, temos os testes de personalidade que podem ser expressivos, projetivos e inventários. Já as técnicas de simulação centram suas atividades em trabalhos. Resumindo, tem a entrevista final: requisitante em um processo de recrutamento e seleção. Nessa etapa também é possível avaliar os traços de personalidade que são importantes características que devem ser analisadas, pois eles são um conjunto de crenças, atitudes e valores que se integram em uma configuração característica de cada indivíduo. Aí entram o histórico escolar, o profissional, familiar e social.
     Por fim, também acho importante transcrever, que com a finalidade de minimizar os inevitáveis conflitos funcionais, existentes entre as principais funções da empresa, cabe ao RH promover a aproximação dos diferentes setores da empresa, levando-os a trabalhar numa relação de clientes e fornecedores internos. Compete ao RH fazer com que os setores percebam que ora eles são fornecedores internos de algum outro setor, ora eles são clientes internos de algum outro. Estimular essa parceria é desenvolver a integração funcional, ou seja, é aproximar as diferentes funções da empresa, sempre dentro de uma perspectiva de cooperação. É importante que cada setor reconheça os papéis dos outros setores da empresa. É igualmente importante que cada setor saiba o que os demais estão fazendo, da mesma forma, é relevante que cada setor conheça também os resultados financeiros e operacionais da empresa.

Fonte: www.estacio.com.br (aulas online de 1 a 5)

Administração de Recursos Humanos



     
Hoje, na era informatizada, com negócios competitivos, mercados contingenciais, estamos a par da relevância das pessoas em uma organização; elas são os principais recursos e as responsáveis pelo sucesso ou insucesso da mesma. Pois de nada adianta um grande planejamento com sofisticadas ferramentas tecnológicas se não houver profissionais sintonizados com a cultura, e os objetivos da organização. Logo, por em práticas, as habilidades humanas é um dos maiores desafios da ARH, Administração de Recursos Humanos, e dos gestores organizacionais.
      A capacidade de trabalhar com outras pessoas, entendê-las, e motivá-las, tanto individualmente quanto em grupos, determinam as habilidades humanas. No entanto, muitos gestores não estão tecnicamente preparados para relacionamentos interpessoais, no que tange a ser um bom ouvinte; incapaz de entender as necessidades de outras pessoas o que, muitas vezes, acaba tendo dificuldade de administrar conflitos. Os gestores, gerentes departamentais, têm que conseguir que outras pessoas façam o que deve ser feito, com eficiência, buscando sempre a eficácia, trabalhando com habilidades humanas para comunicar, motivar delegar...
      Enfim, diante de tanta competitividade, as empresas estão necessitando e valorizando as interações pessoais. E cabe a ARH, numa constante, qualificar, treinar e desenvolver os seus funcionários para que os mesmos alcancem um grau de primazia e venha a dar suporte e continuidade para o sucesso da sua organização.
     O desenvolvimento do capital humano é fator primordial que irá positivar o resultado da organização. Ótimos resultados organizacionais só serão atingidos se os seus colaboradores forem treinados, reciclados, enfim, atualizados com as inovações que se apresentam no mundo dos negócios. O capital humano é, hoje, um dos maiores bens de uma organização, ignorá-lo, certamente, é a derrocada. 

Fonte: estácio.com.br (aulas EAD, 1 e 2, do Processo e Práticas em Gestão de Pessoas)
http://psicologogeofilho.do.comunidades.net/index.php?pagina=1769648384_06