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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Homem Complexo/ Considerações



     O Homem Complexo surgiu da escola de abordagem contingencial. Segundo essa mesma escola, o Homem Complexo , advém de um sistema de complexos valores, percepções, características e necessidades pessoais. Como existe uma forte relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas para o alcance dos objetivos, o homem complexo se vê inserido dentro desse sistema. Portanto, ele também é suscetível de manter seu equilíbrio interno diante dos processos conseqüentes das forças externas do ambiente.
      
     A semelhança e a diferença entre cada escola é ditada pelas organizações que, adaptam-se, reconceituam-se, enfim, ecleticamente, aproveitam o que há de melhor em cada doutrina. Logo o que se vê são versões modernizadas de várias teorias que são alocadas conforme as necessidades de cada organização. Vale relembrar que “o número de princípios de administração não é limitado. Qualquer princípio administrativo que fortaleça o corpo social ou facilite seu funcionamento pode se alinhar no transcorrer do tempo.”

domingo, 3 de julho de 2011

Homem Social


     O homem social surgiu através da escola de Relações Humanas. Nessa teoria o homem tem outras necessidades motivacionais que estão acima das motivações salariais e outros benefícios. Nessa concepção o homem é visto como um ser que necessita de interação com outras pessoas da organização para compartilhar seus valores e sentimentos. Em suma, fica caracterizado que o homem é motivado pela integração social.


Adaptação: Aulas online da Faculdade Estácio de Sá

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Homem Organizacional


     O homem organizacional vem da Escola Estruturalista. Essa escola busca a compreensão da organização como um todo. Segundo os estruturalistas o homem organizacional desempenha diferentes papéis em organizações diversas. Para cada papel desempenhado ele deve adotar diferentes comportamentos. Diante disso, ele deve ter flexibilidade, tolerância, capacidade de adiar recompensas, permanente desejo de realizações. Tudo isso com o objetivo de adequar-se aos fatores do sistema. Porque o sistema é maior e mais importante que os subsistemas que o compõem. Logo a ideia, no enfoque interno, é integração dos elementos em uma totalidade.
      

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Homo Economicus

     O conceito de homem econômico é uma abordagem que vem da Escola Clássica. Nesse sistema a produtividade do empregado é que vai determinar o seu salário, ou seja, quanto maior a sua produção, maior é o seu ganho salarial. Conforme o rendimento positivo do empregado, maior também será o lucro do empregador, isso associado a mínimos custos.

domingo, 26 de junho de 2011

Valores Micro-Organizacionais

    

     Nas grandes empresas atuais, experimentam-se tudo o que possa agregar valores. Logo, princípios adaptados e reconceituados de características humanistas estão sendo muito bem aproveitados. Podemos, num breviário, salientar como exemplo, elementos tais: valorização de trabalho em grupo,estimulando a interação entre os seus colaboradores; sistemas motivacionais, através de treinamentos e recompensas e todo um comportamento administrativo que olha para a responsabilidade social e para a natureza humana como um todo.
      Nesse mundo de imprevisibilidades, com a economia complexa e cada vez mais acirrada, as empresas vêm aproveitando o que há de melhor em cada doutrina, desde que isso venha a proporcionar fatores positivos para a sua organização. Portanto, alguns conceitos humanistas estão sendo vivenciados e valorizados. Pois são princípios cogentes que só vem a agregar valores para as empresas, sobretudo, com expertise.  Enfim, reafirmando, a valorização do trabalho em grupo, através da interação; sistemas de recompensas voltados para o reconhecimento do indivíduo; treinamentos e outros aspectos, fazem toda uma diferença contextual.  
     

sexta-feira, 24 de junho de 2011

As Experiências de Hawthorne (Humanismo)

                                       
     As experiências de Hawthorne representaram uma substancial conquista para os estudos em administração de empresas. Pois por meio dessas investigações, foi possível perceber o quão é salutar a integração social e a interação dos seus indivíduos no contexto da empresa. Visto isso, ligado ao fator emoção, houve um olhar menos mecanicista, contrariando o pressuposto de que a organização era uma máquina desprovida de valores humanos.
    Elton Mayo e seus colaboradores conduziram experimentos, a princípio, visando o rendimento dos operários de uma fábrica. A primeira fase, das quatro que foram estudadas, foi sobre a influência da iluminação na produção do operário. Nessa experiência não foi constatado rendimento através do que foi aplicado. Mas sim predomínio do fator psicológico sobre o fisiológico. Na segunda fase, numa sala de relês, concluíram que a mudança na produtividade não tem relação com as condições do trabalho, mas sim, pelo desenvolvimento gerado pelo trabalho em equipe, desenvolvimento de liderança e do exercício de liderança, proporcionado pelos objetivos comuns e no ambiente de trabalho, notou-se um clima mais amistoso. Já na terceira fase, baseados nas conclusões anteriores, passaram a se dedicar aos estudos das relações humanas. E nessa fase foram feito entrevistas, com cerca de 21.000 funcionários, e foi evidenciada a existência de uma organização informal entre os operários, visando se protegerem de ameaças da gestão. Na quarta fase, numa sala de montagem, os estudos não foram totalmente concluídos, mas permitiu os estudos da relação entre a organização formal da fábrica e a organização informal dos operários. Por fim, chegaram às seguintes conclusões: O comportamento do grupo está apoiado no grupo; assim como o comportamento do indivíduo estão condicionados as normas e padrões sociais; que os grupos formais têm fator determinante, uma vez constituído, logo passa a ditar regras de comportamento; dentre outros aspectos; conteúdo e natureza do trabalho, ou seja, adequar o perfil de cada trabalhador no que será executado; interação social e a preocupação, por parte do administrador, no ambiente de trabalho. Todos esses fatores humanistas vieram a agregar valores no mundo complexo das empresas que buscam através da sua cultura, história, e gestão de pessoas a melhor forma de conciliar qualidade produtiva com satisfação no ambiente de trabalho.      

   

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Uma Lacônica Análise Taylorista

     Trabalhar em excesso, desregradamente, acontece o inevitável desgaste físico entre os trabalhadores. Toda produtividade fica comprometida conforme analisou Frederick W. Taylor. Ele mesmo  comprovou que trabalhar menos tempo mantém o homem com mais vigor para desempenhar tarefas que envolvam produtividade em grande escala. Ao contrário, trabalhando horas a fio, sem intervalos de descanso, o trabalhador fica fadigado e as suas tarefas não rendem com tamanha eficiência e produtividade.
     As pessoas trabalham demais por vários fatores, tais como necessidades pessoais imposição das empresas pelos critérios de atingir metas, por medo de ser despedido e muitas vezes por falta de posturas do empregado e por parte da empresa em não desenvolver métodos ergonômicos adequados para o trabalhado.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Frederick Winslow Taylor e Outras Considerações

     Taylor (1856-1915) é considerado o primeiro grande “guru” da administração de empresas por propor métodos científicos cartesianos; conceitos de temporalidade e movimentos na produção, aumentando assim a produtividade. Com seus métodos de simplificação e desenvolvimento de novas técnicas empresariais, atingiu resultados positivos para o capitalismo. Logo foi reconhecido por importantes adeptos que aperfeiçoaram, para melhor, o seu sistema denominado hoje como taylorismo. O seu legado é justamente reconhecido como valioso e não é à-toa que seus estudos estão presentes em vários contextos organizacionais. Mas, Taylor, obcecado por produzir mais e mais, ignorou importantes valores humanos; condicionando o trabalhador a uma mera máquina e comparando-o com um animal. Em seu livro “Princípios de Administração Científica”, escreveu que a qualidade mais esperada em um carregador de peças, era ser “ tão estúpido e fleumático que sua contribuição mental mais se assemelhe a de um boi do que a  qualquer outra coisa”. Lênin, (1870-1924) um dos principais revolucionário russo e inimigo do capitalismo, sintetizou isso numa declaração ao jornal Pravda: “Taylor combinava crueldade com valiosas conquistas científicas”. E concluiu: Devemos introduzir na Rússia o estudo e o ensino do sistema de Taylor “- o que acabou ocorrendo.
      Ao contrário de que muitos pensam, a meu ver, Taylor não é injustiçado, pois, na época de seus estudos ele já era reconhecido por seu trabalho e hoje é considerado o “pai da administração cientifica”. O que acontece contra os seus métodos são merecidas críticas em alguns aspectos, principalmente, humanos e sociais. Mas, no que tange a sua contribuição para as teorias da administração, o seu legado é indiscutível e está longe de ser suplantado. Logo, continua vivo e por tempo indefinido.
     A vida de Taylor foi baseada no cronômetro. Em 1915, com 59 anos, contraiu uma pneumonia; momento após dar corda no seu cronômetro de estimação veio a falecer.
     Ford é celebrado como um dos maiores gênios da indústria, também conhecido como o “pioneiro do bem-estar social, utilizou o sistema de Taylor, a risca, no processo de linha de montagem. Principalmente na padronização de produtividade em menos tempos e custos. No entanto, nunca admitiu ter se inspirado em Taylor. As idéias de Taylor foram sistematizadas no seu livro “Princípios de Administração Científica”, dois anos antes dos carros serem feitos em linha de montagem por Ford. Mesmo assim, Ford negou ter acesso as ideias de Taylor. Ele dizia que não gostava de ler livros. Mas independentemente disso, Ford, sem dúvida, foi um grande revolucionário industrial, além de desenvolver outras técnicas, registrou mais de 150 patentes no EUA, tinha uma visão oposta de Taylor, em alguns aspectos administrativos e principalmente no social; Ford se tornou um empresário muito bem sucedido; sendo dono do seu próprio negócio, seus projetos tomaram grandes dimensões. Com sua fabrica gigantesca, a de se destacar, implantou o processo de integração vertical, de onde entravam matérias primas e saiam automóveis acabados. Ford possuía desde plantação de seringueira até a siderurgia; ele chegou a construir até aviões. Mas com a grande depressão de 1929, o negócio não vingou.
     Fayol, junto com Taylor e Ford é considerado um dos pioneiros da administração. Mas difere de Taylor e Fayol no sentido de direcionar o trabalho da empresa como um todo; cuidando da empresa de cima para baixo.  (ênfase na estrutura) As suas teorias administrativas são de grande contribuição. Destacando aqui o desenvolvimento e abordagem, conhecido como gestão administrativa e as quatro funções administrativas: planejar, organizar, dirigir e controlar.
    Atrelado a esse texto, num breve resumo, temos a Burocracia com suas várias divisões, regras e procedimentos padrões que acabam, automaticamente, levando determinados sistemas a mais pura mecanização. Mas as novas tendências tendem a uma reconceituação das dimensões burocráticas.